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segunda-feira, 30 de março de 2015

Pedida em casamento em pleno Lifextreme!




Pois é!
Fui pedida em casamento em pleno Lifextreme à frente de mais de 500 pessoas e num palco! No dia 28 de Março, o 2º dia deste grande evento.
A emoção foi tão grande que mal me lembro do que aconteceu! Só chorava!
Eu vivo com o Mauro há quase 9 anos mas ele sempre disse que não queria casar portanto, fui completamente apanhada desprevenida!
Não fazia ideia do que ele andava a tramar, não imaginava que ele quisesse casar comigo e muito menos esperava que ele me pedisse em casamento à frente daquela gente toda!
Toda essa manhã foram contadas histórias que me comoveram profundamente, estava feliz pelas histórias que ouvi, mas muito triste por me lembrar de circunstâncias da minha vida, por pensar que o Mauro e eu havemos  de ser uma grande história de sucesso um dia mas que agora temos muitos obstáculos que ultrapassarei e muitas vezes não vemos como…
Passei toda a manhã a chorar da tristeza com que estava, por haver pessoas tão egoístas e más que nos dificultam a vida, feliz pelos outros e triste por mim…
Ao almoço comentei com ele que esperava que as histórias da tarde fossem mais animadoras…
E ele muito calado… Como ele também tinha ficado emocionado com o que ouviu, pensei que era isso. Ele é um bom garfo e nem almoçou… não estranhei….
Depois, quando chegámos ao Teatro José Lúcio da Silva, local onde decorreu o segundo dia do evento, em Leiria, ele estava nervoso… achei estranho. Ainda achei mais estranho quando queria sair para ir à casa de banho ou ao café, refilava comigo, não queria que saísse dali, mas não desconfiei de nada, nadinha!
Quando ele foi chamado ao palco, fiquei contente por ele, tinha-me dito de manhã que daqui a 3 meses estaríamos naquele palco. Também não desconfiei de nada!
Quando me chamaram ao palco, achei normal, pois somos parceiros…
Depois quando ele me virou e vi as fotos da minha família toda, fiquei de boca aberta! Pensei que ele queria que falasse da minha vida, não achei muita graça… mas bloqueei quando vi a foto da minha avó e a do meu filho… aí desatei a chorar e já não parei mais… quando me viraram, ele estava de joelhos!

Nem quis acreditar! Não estava a perceber nada! E não me lembro de algumas coisas!
Ele disse que me amava à frente daquela plateia toda e mostrou-me o anel… fiquei a olhar, pasmada, como se fosse com outra pessoa…
Ele perguntou-me se estava a ouvir a nossa música mas eu não ouvia nada…
Eu estava completa mente pasmada e à toa com aquilo tudo! Não estava a perceber nada e ao mesmo tempo estava a ver tudo, não sei explicar, foi tudo muito rápido e muito emocional…
Lembro-me de o chamar maluco, lembro-me da Rita Cerejo me dizer para ter calma, lembro-me do Sílvio Fortunato me chamar para voltar para trás porque não tinha respondido…hehe!
Ia-me pisgar sem responder! Lá disse que sim! Ahahahah! Parecia o Cristiano Ronaldo quando recebeu o prémio! SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM!
Quando saí do palco, era montes de gente a dar-me os parabéns e eu ali, tipo a flutuar, à toa…
Ainda hoje estou à toa e já passaram 2 dias!
Não sei se as noivas se sentem assim…
É tudo muito estranho…
Depois, há quase 9 anos que lhe chamo marido, agora tenho que lhe chamar noivo… esquisito! Hehehe!
Mas estou muito feliz, claro! Ele é o meu homem, o homem da minha vida, o pai do meu filho, o homem com quem quero passar o resto da vida. Uma vida próspera e cheia de alegrias…

O Lifextreme é um evento organizado pelos Lazy Millionaires de 3 em 3 meses.
É um evento transformador…
Nesses dias somos assolados de muitas emoções, rimos muito e choramos mais ainda…
As histórias que ouvimos tocam-nos o coração e a alma!
É impossível ficar indiferente!
São dias de muitas decisões!
São dias que nos levam para outro mundo, que nos fazem ver a vida doutra perspetiva, a perspetiva com que sempre sonhámos!
Ali somos nós próprios! Estamos junto de amigos, a nossa segunda família, uma família nova muito unida em que todos desejamos o melhor para todos e todos nos ajudamos uns aos outros.
Os Lifextreme mudam a vida a qualquer um, aprendemos muita coisa e sentimos muitas emoções contraditórias e muito, muito fortes!
São dias marcantes.
No meu caso foram SUPER marcantes! Fui pedida em casamento! Sou noiva com quase 39 anos! Esquisito! E maravilhoso!
Já estou a pensar nas coisas todas! Gostava que a festa fosse num Lifextreme, com as minhas duas famílias, a de sangue e a adotiva! Seria fantástico!
Não sei quem será a madrinha, tenho que pensar e aceito sugestões J!
Tenho que começar a ver vestidos, a pensar na despedida de solteira, na boda, no casamento!
Ai! Acho que estou a começar a ficar maluca!
E Tenho que emagrecer até lá! Ai! Ai!
Bem, Chegámos a casa transformados, com muitas decisões tomadas, vamos mudar ainda mais e com muito empenho a nossa vida, vamos casar, mudar de casa, viver o nosso sonho, os nossos sonhos!
Vamos lutar com ainda mais garra por tudo o que queremos fazer!
Vamos despedir os nossos patrões, vamos viver como queremos, voltados para o nosso filho, que é a nossa prioridade, trabalhar sem horários, ser livres….
Já fazemos muitas destas coisas mas agora ainda vai ser com mais força, tivemos uma injeção de positivismo, de motivação, ainda estamos mais convictos (se isso for possível) de que esta é mesmo a nossa vida!
Somos Internet Marketers na Empower Network e nos Lazy Millionaires, somos completamente independentes e assim vai continuar a ser cada vez mais!
Aqui somos independentes, sem patrões, sem horários e com dinheiro!
Investimos em nós próprios, aprendemos uma nova profissão como se estivéssemos na universidade mas muito mais completa e em casa!
É tudo feito através da Internet, trabalhamos onde temos internet!
Adoro isto e sei que realizarei os meus sonhos.
Se queres uma oportunidade, se queres ajuda a ser independente, livre e rico, junta-te a nós.
Podes entrar em contacto connosco através do Skype: patriciadeportugal ou mauropires_lml_1
Ou através do email: patrriciadeportugal@gmail.com
Se queres saber informações detalhadas sobre o meu negócio, sobre o que faço para ganhar dinheiro e ser independente, subscreve a newsletter gratuitamente , colocando o teu mail aqui: http://patriciadeportugal.com/d/?p=ganh1000dia&ad=blogcasa





terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A minha história de vida abreviada




Tinha muito para vos contar sobre a minha história. Terá que ser resumida pois será extensa.
Até aos sete anos, não tinha problemas financeiros, vivíamos bem, mas havia outros problemas bem mais graves.
Com essa idade a minha vida virou. aconteceu tudo ao mesmo tempo, a minha mãe tentou o suicídio para se livrar do meu pai, conseguiu o divórcio, veio para casa dos meus avós, eu fiquei com o meu pai, o meu avô morreu logo a seguir, vim para casa da minha avó, onde estava a minha mãe e de repente, deixei de ter tudo, passei a ter NADA!
A minha avó vivia numa casa de função devido ao trabalho do meu avô e ficou com uma pensãozinha mínima que mal dava para comer.
A minha mãe sem arranjar trabalho e os que arranjava, eram de meses.
Era complicado. Mais não era porque a minha avó, uma senhora muito culta e mestra na economia doméstica, tomava as coisas a pulso e eram três batatinhas para cada uma e um bifinho (quando havia dinheiro para comprar tal luxo) para cada uma. se alguém se queixava que tinha fome, ela dizia: bebe água que isso passa.
Passámos fome, muito frio, tínhamos que pôr os casacos da rua em cima das camas, para nos aquecermos, às vezes até dormíamos as três juntas para nos aquecermos, lembro-me que muitas vezes de manhãzinha para me vestir para ir para a escola, mudava de roupa dentro da cama do frio que tinha, chegávamos a ter o quarto a 0 graus centígrados. foi duro.
Os anos foram-se passando assim. na escola não tinha dinheiro para o almoço nem para os livros, elas por vergonha não pediam ajuda, e eu fui estudando com apontamentos..
Cheguei ao 9.º ano e fui para uma escola profissional. aí pagavam-me subsídios e podia estudar, já podia ajudar em casa!
Quando chegou a altura de fazer o trabalho de fim de curso, precisava de um computador, era um luxo na altura, estávamos em 1996! E eu sem um tostão para isso. Surgiu então uma oportunidade de ir trabalhar para as limpezas à noite, aceitei logo!
Saia das aulas a correr para apanhar o autocarro, e fazia limpezas das 5 da tarde às 9 e meia da noite e aos sábados das 6 da manhã ao meio dia. À noite estudava para acabar o curso e de manhã ia para as aulas... Assim consegui acabar o meu curso.
Quando acabei o curso descobri no Centro de Emprego um programa que se chamava POC, acho que ainda existe e inscrevi-me, consegui entrar para a Câmara Municipal (onde ainda hoje estou mas espero que por pouco tempo mas isso depois explico, acompanhe-me).
Comecei a sustentar a minha casa aos 19 anos. A minha avó e a minha mãe começaram a ter melhores condições.
Entretanto andava sempre a inventar maneiras de ganhar mais algum dinheiro, vendia produtos de cosmética, fui convidada para ser chefe de um grupo de cosmética, cheguei a recrutar e a ser chefe de cerca de 150 pessoas, as coisas estavam a começar a correr bem...
Em 2001 o meu mundo desabou!
No fatídico dia 17 de Março de 2001 a minha avó, o amor da minha vida, a mulher que toda a vida esteve comigo, a minha amiga e confidente de todas as horas, morreu!
Ela estava acamada já há dois anos e teve que ser internada no hospital pois estava com uma anemia, faleceu com uma asfixia, uma sonda mal colocada no estômago matou a minha avó num corredor do hospital.
Com o falecimento dela e como vivíamos numa casa de função, fomos despejadas!
Tive que alugar uma casa, pagar renda e caução (que é igual ao valor da renda) e eu sem um tostão!
Entrei em depressão profunda! Estive três meses em que só chorava, afastei-me de todos, estava sempre enfiada no quarto, não queria ver ninguém, meti baixa psiquiátrica, deixei de comer, perdi 30 kg nesses três meses, desisti dos negócios, desisti de mim, só queria morrer... (parte de mim morreu com a minha avó. nunca mais voltei a ser a mesma).
De baixa, sem dinheiro, ia pedindo aos amigos dinheiro para conseguir pagar a renda. Cheguei a passar uma semana com uma empada no estômago. Não tinha capacidade psicológica para nada.
Até que um dia acordei e resolvi dar um basta naquilo. Ninguém me tirava o luto mas assim não podia ficar. Regressei ao trabalho. Alguns amigos vieram ter comigo literalmente com dinheiro na mão (só de escrever isto já me estou a emocionar) a dizerem que sabiam o que se estava a passar e que sabiam que eu precisava de ajuda e eu desatava a chorar...e agradecia e agradecia do fundo do coração. Pela atenção e pelo carinho ao qual eu não estava habituada a ter. Pessoas de quem eu não esperava qualquer ajuda, pessoas a quem ficarei eternamente grata, nem elas imaginam o quanto.
E depois disso fui vivendo a minha vida.
O ano de 2006
Havia um certo rapaz que pertencia ao grupo de amigos, que estava sempre a embirrar comigo, ora convenci-me que ele não simpatizava comigo.
Passaram-se anos e ele sempre naquilo. Eu perguntava às minhas amigas o que é que ele queria, porque me estava sempre a chatear e elas riam-se!
Um belo dia, estava eu aborrecida nos meus pensamentos e ele aproximou-se. E eu pensei, lá vem ele embirrar comigo. Mas não, desta vez veio de mansinho e de mansinho foi ficando... até hoje.
Depois vim a saber que esse mesmo rapaz pensava o mesmo que eu. que eu não simpatizava com ele! e esta, hein?
Esse rapaz chama-se Mauro Pires e é o meu companheiro de todas as horas.
No radioso mês de agosto de 2008 nasceu o nosso menino reguila Daniel e a partir daí a minha vida tem sido calma, com altos e baixos, claro.
O ano de 2015

Quer saber o que vai acontecer? acompanhe-me e descubra.


Tinha muito para vos contar sobre a minha história. Terá que ser resumida pois será extensa.
Até aos sete anos, não tinha problemas financeiros, vivíamos bem, mas havia outros problemas bem mais graves.
Com essa idade a minha vida virou. aconteceu tudo ao mesmo tempo, a minha mãe tentou o suicídio para se livrar do meu pai, conseguiu o divórcio, veio para casa dos meus avós, eu fiquei com o meu pai, o meu avô morreu logo a seguir, vim para casa da minha avó, onde estava a minha mãe e de repente, deixei de ter tudo, passei a ter NADA!
A minha avó vivia numa casa de função devido ao trabalho do meu avô e ficou com uma pensãozinha mínima que mal dava para comer.
A minha mãe sem arranjar trabalho e os que arranjava, eram de meses.
Era complicado. Mais não era porque a minha avó, uma senhora muito culta e mestra na economia doméstica, tomava as coisas a pulso e eram três batatinhas para cada uma e um bifinho (quando havia dinheiro para comprar tal luxo) para cada uma. se alguém se queixava que tinha fome, ela dizia: bebe água que isso passa.
Passámos fome, muito frio, tínhamos que pôr os casacos da rua em cima das camas, para nos aquecermos, às vezes até dormíamos as três juntas para nos aquecermos, lembro-me que muitas vezes de manhãzinha para me vestir para ir para a escola, mudava de roupa dentro da cama do frio que tinha, chegávamos a ter o quarto a 0 graus centígrados. foi duro.
Os anos foram-se passando assim. na escola não tinha dinheiro para o almoço nem para os livros, elas por vergonha não pediam ajuda, e eu fui estudando com apontamentos..
Cheguei ao 9.º ano e fui para uma escola profissional. aí pagavam-me subsídios e podia estudar, já podia ajudar em casa!
Quando chegou a altura de fazer o trabalho de fim de curso, precisava de um computador, era um luxo na altura, estávamos em 1996! E eu sem um tostão para isso. Surgiu então uma oportunidade de ir trabalhar para as limpezas à noite, aceitei logo!
Saia das aulas a correr para apanhar o autocarro, e fazia limpezas das 5 da tarde às 9 e meia da noite e aos sábados das 6 da manhã ao meio dia. À noite estudava para acabar o curso e de manhã ia para as aulas... Assim consegui acabar o meu curso.
Quando acabei o curso descobri no Centro de Emprego um programa que se chamava POC, acho que ainda existe e inscrevi-me, consegui entrar para a Câmara Municipal (onde ainda hoje estou mas espero que por pouco tempo mas isso depois explico, acompanhe-me).
Comecei a sustentar a minha casa aos 19 anos. A minha avó e a minha mãe começaram a ter melhores condições.
Entretanto andava sempre a inventar maneiras de ganhar mais algum dinheiro, vendia produtos de cosmética, fui convidada para ser chefe de um grupo de cosmética, cheguei a recrutar e a ser chefe de cerca de 150 pessoas, as coisas estavam a começar a correr bem...
Em 2001 o meu mundo desabou!
No fatídico dia 17 de Março de 2001 a minha avó, o amor da minha vida, a mulher que toda a vida esteve comigo, a minha amiga e confidente de todas as horas, morreu!
Ela estava acamada já há dois anos e teve que ser internada no hospital pois estava com uma anemia, faleceu com uma asfixia, uma sonda mal colocada no estômago matou a minha avó num corredor do hospital.
Com o falecimento dela e como vivíamos numa casa de função, fomos despejadas!
Tive que alugar uma casa, pagar renda e caução (que é igual ao valor da renda) e eu sem um tostão!
Entrei em depressão profunda! Estive três meses em que só chorava, afastei-me de todos, estava sempre enfiada no quarto, não queria ver ninguém, meti baixa psiquiátrica, deixei de comer, perdi 30 kg nesses três meses, desisti dos negócios, desisti de mim, só queria morrer... (parte de mim morreu com a minha avó. nunca mais voltei a ser a mesma).
De baixa, sem dinheiro, ia pedindo aos amigos dinheiro para conseguir pagar a renda. Cheguei a passar uma semana com uma empada no estômago. Não tinha capacidade psicológica para nada.
Até que um dia acordei e resolvi dar um basta naquilo. Ninguém me tirava o luto mas assim não podia ficar. Regressei ao trabalho. Alguns amigos vieram ter comigo literalmente com dinheiro na mão (só de escrever isto já me estou a emocionar) a dizerem que sabiam o que se estava a passar e que sabiam que eu precisava de ajuda e eu desatava a chorar...e agradecia e agradecia do fundo do coração. Pela atenção e pelo carinho ao qual eu não estava habituada a ter. Pessoas de quem eu não esperava qualquer ajuda, pessoas a quem ficarei eternamente grata, nem elas imaginam o quanto.
E depois disso fui vivendo a minha vida.
O ano de 2006
Havia um certo rapaz que pertencia ao grupo de amigos, que estava sempre a embirrar comigo, ora convenci-me que ele não simpatizava comigo.
Passaram-se anos e ele sempre naquilo. Eu perguntava às minhas amigas o que é que ele queria, porque me estava sempre a chatear e elas riam-se!
Um belo dia, estava eu aborrecida nos meus pensamentos e ele aproximou-se. E eu pensei, lá vem ele embirrar comigo. Mas não, desta vez veio de mansinho e de mansinho foi ficando... até hoje.
Depois vim a saber que esse mesmo rapaz pensava o mesmo que eu. que eu não simpatizava com ele! e esta, hein?
Esse rapaz chama-se Mauro Pires e é o meu companheiro de todas as horas.
No radioso mês de agosto de 2008 nasceu o nosso menino reguila Daniel e a partir daí a minha vida tem sido calma, com altos e baixos, claro.
O ano de 2015

Quer saber o que vai acontecer? acompanhe-me e descubra.