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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O meu novo projecto de vida



Sou funcionária pública já há anos, gosto da profissão que tenho, sou assistente técnica na área de bibliotecas e faço catalogação.
São muitos e super interessantes os livros que me passam pelas mãos, é pena não ter tempo para lê-los pois a minha tarefa é catalogar, não ler. Quando são mais complexos, vejo apenas na diagonal no que consistem. Não se pode perder muito tempo pois a ideia é introduzi-los nas bases de dados para que os leitores tenham acesso a eles.
Às vezes lá há um ou outro que me chama mais a atenção e confesso que o ponho de lado para depois o espreitar.
Como escrevi, já faço isto há anos. Apesar de me agradar, não estou a ver-me a fazer isto o resto da vida. Acho que uma vida inteira a fazer o mesmo não é apetecível.
Portanto resolvi mudar a minha vida.
Apesar de ter que continuar (por enquanto) a ser funcionária pública, decidi que estava na hora de aprender coisas novas.
Fui à procura. O sítio por onde comecei, foi pela Internet, investiguei tempos a fio o que poderia fazer, ainda fiz algumas traduções, dei consultas de Tarot mas não era aquilo que queria.
Continuei à procura e procurei, procurei até que algo me chamou realmente a atenção. Investiguei ainda mais profundamente. Continuava a interessar-me e à medida de que ia lendo e vendo vídeos, mais me convencia que aquilo é que era!
Estou a referir-me à Empower Network e aos Lazy Millionaires League.
tem várias coisas que me agradam bastante:
-Ganho dinheiro;
-Tenho liberdade de horários;
-Trabalho a partir de casa ou onde houver Internet;
-Não estou presa a um sítio físico, posso trabalhar onde quiser;
-Passo mais tempo com a família;
-Não preciso ser expert em nada pois ensinam-me tudo;
-Posso ir de férias quando quiser;
-Para o que a empresa me oferece, o investimento não é grande porque estou a investir em mim;
-Como gosto de estudar coisas novas, aprendo muitas todos os dias;
-Tenho uma equipa de gente experiente vastíssima para me ajudar a toda a hora...
-Posso realizar os meus sonhos!
Só vejo vantagens, é impressionante!
Portanto, como sou uma pessoa invulgar, adoro quando eles dizem isto, abracei este projecto e quero ir com ele para a frente e superar todos os desafios que me lançarem.
Este projecto consiste na aquisição de um blog e de vários cursos que me habilitam a ser capaz de vender qualquer coisa em qualquer sítio no mundo!
Já fiz há dias um artigo sobre a Empower Network e os Lazy Millionaires League, é resumido mas julgo que esclarecedor. podes ir vê-lo aqui:
Eu estou super entusiasmada e apostada em trabalhar neste projecto fascinante.
E tu, queres fazer tudo o que descrevi?
Queres realmente mudar de vida e realizar os teus sonhos?
Queres saber como?
Subscreve a minha newsletter, recebe os meus email e verás por ti próprio/a tudo o que esta gente fantástica te oferece e o quanto podes ganhar em todos os sentidos ao te juntares a nós, não preciso de te convencer de nada, vês por ti...
Nem toda a gente tem esta oportunidade, agarra a tua!
Vem ser mais um Lazy e começa a ser feliz a sério...




A minha história de vida abreviada




Tinha muito para vos contar sobre a minha história. Terá que ser resumida pois será extensa.
Até aos sete anos, não tinha problemas financeiros, vivíamos bem, mas havia outros problemas bem mais graves.
Com essa idade a minha vida virou. aconteceu tudo ao mesmo tempo, a minha mãe tentou o suicídio para se livrar do meu pai, conseguiu o divórcio, veio para casa dos meus avós, eu fiquei com o meu pai, o meu avô morreu logo a seguir, vim para casa da minha avó, onde estava a minha mãe e de repente, deixei de ter tudo, passei a ter NADA!
A minha avó vivia numa casa de função devido ao trabalho do meu avô e ficou com uma pensãozinha mínima que mal dava para comer.
A minha mãe sem arranjar trabalho e os que arranjava, eram de meses.
Era complicado. Mais não era porque a minha avó, uma senhora muito culta e mestra na economia doméstica, tomava as coisas a pulso e eram três batatinhas para cada uma e um bifinho (quando havia dinheiro para comprar tal luxo) para cada uma. se alguém se queixava que tinha fome, ela dizia: bebe água que isso passa.
Passámos fome, muito frio, tínhamos que pôr os casacos da rua em cima das camas, para nos aquecermos, às vezes até dormíamos as três juntas para nos aquecermos, lembro-me que muitas vezes de manhãzinha para me vestir para ir para a escola, mudava de roupa dentro da cama do frio que tinha, chegávamos a ter o quarto a 0 graus centígrados. foi duro.
Os anos foram-se passando assim. na escola não tinha dinheiro para o almoço nem para os livros, elas por vergonha não pediam ajuda, e eu fui estudando com apontamentos..
Cheguei ao 9.º ano e fui para uma escola profissional. aí pagavam-me subsídios e podia estudar, já podia ajudar em casa!
Quando chegou a altura de fazer o trabalho de fim de curso, precisava de um computador, era um luxo na altura, estávamos em 1996! E eu sem um tostão para isso. Surgiu então uma oportunidade de ir trabalhar para as limpezas à noite, aceitei logo!
Saia das aulas a correr para apanhar o autocarro, e fazia limpezas das 5 da tarde às 9 e meia da noite e aos sábados das 6 da manhã ao meio dia. À noite estudava para acabar o curso e de manhã ia para as aulas... Assim consegui acabar o meu curso.
Quando acabei o curso descobri no Centro de Emprego um programa que se chamava POC, acho que ainda existe e inscrevi-me, consegui entrar para a Câmara Municipal (onde ainda hoje estou mas espero que por pouco tempo mas isso depois explico, acompanhe-me).
Comecei a sustentar a minha casa aos 19 anos. A minha avó e a minha mãe começaram a ter melhores condições.
Entretanto andava sempre a inventar maneiras de ganhar mais algum dinheiro, vendia produtos de cosmética, fui convidada para ser chefe de um grupo de cosmética, cheguei a recrutar e a ser chefe de cerca de 150 pessoas, as coisas estavam a começar a correr bem...
Em 2001 o meu mundo desabou!
No fatídico dia 17 de Março de 2001 a minha avó, o amor da minha vida, a mulher que toda a vida esteve comigo, a minha amiga e confidente de todas as horas, morreu!
Ela estava acamada já há dois anos e teve que ser internada no hospital pois estava com uma anemia, faleceu com uma asfixia, uma sonda mal colocada no estômago matou a minha avó num corredor do hospital.
Com o falecimento dela e como vivíamos numa casa de função, fomos despejadas!
Tive que alugar uma casa, pagar renda e caução (que é igual ao valor da renda) e eu sem um tostão!
Entrei em depressão profunda! Estive três meses em que só chorava, afastei-me de todos, estava sempre enfiada no quarto, não queria ver ninguém, meti baixa psiquiátrica, deixei de comer, perdi 30 kg nesses três meses, desisti dos negócios, desisti de mim, só queria morrer... (parte de mim morreu com a minha avó. nunca mais voltei a ser a mesma).
De baixa, sem dinheiro, ia pedindo aos amigos dinheiro para conseguir pagar a renda. Cheguei a passar uma semana com uma empada no estômago. Não tinha capacidade psicológica para nada.
Até que um dia acordei e resolvi dar um basta naquilo. Ninguém me tirava o luto mas assim não podia ficar. Regressei ao trabalho. Alguns amigos vieram ter comigo literalmente com dinheiro na mão (só de escrever isto já me estou a emocionar) a dizerem que sabiam o que se estava a passar e que sabiam que eu precisava de ajuda e eu desatava a chorar...e agradecia e agradecia do fundo do coração. Pela atenção e pelo carinho ao qual eu não estava habituada a ter. Pessoas de quem eu não esperava qualquer ajuda, pessoas a quem ficarei eternamente grata, nem elas imaginam o quanto.
E depois disso fui vivendo a minha vida.
O ano de 2006
Havia um certo rapaz que pertencia ao grupo de amigos, que estava sempre a embirrar comigo, ora convenci-me que ele não simpatizava comigo.
Passaram-se anos e ele sempre naquilo. Eu perguntava às minhas amigas o que é que ele queria, porque me estava sempre a chatear e elas riam-se!
Um belo dia, estava eu aborrecida nos meus pensamentos e ele aproximou-se. E eu pensei, lá vem ele embirrar comigo. Mas não, desta vez veio de mansinho e de mansinho foi ficando... até hoje.
Depois vim a saber que esse mesmo rapaz pensava o mesmo que eu. que eu não simpatizava com ele! e esta, hein?
Esse rapaz chama-se Mauro Pires e é o meu companheiro de todas as horas.
No radioso mês de agosto de 2008 nasceu o nosso menino reguila Daniel e a partir daí a minha vida tem sido calma, com altos e baixos, claro.
O ano de 2015

Quer saber o que vai acontecer? acompanhe-me e descubra.


Tinha muito para vos contar sobre a minha história. Terá que ser resumida pois será extensa.
Até aos sete anos, não tinha problemas financeiros, vivíamos bem, mas havia outros problemas bem mais graves.
Com essa idade a minha vida virou. aconteceu tudo ao mesmo tempo, a minha mãe tentou o suicídio para se livrar do meu pai, conseguiu o divórcio, veio para casa dos meus avós, eu fiquei com o meu pai, o meu avô morreu logo a seguir, vim para casa da minha avó, onde estava a minha mãe e de repente, deixei de ter tudo, passei a ter NADA!
A minha avó vivia numa casa de função devido ao trabalho do meu avô e ficou com uma pensãozinha mínima que mal dava para comer.
A minha mãe sem arranjar trabalho e os que arranjava, eram de meses.
Era complicado. Mais não era porque a minha avó, uma senhora muito culta e mestra na economia doméstica, tomava as coisas a pulso e eram três batatinhas para cada uma e um bifinho (quando havia dinheiro para comprar tal luxo) para cada uma. se alguém se queixava que tinha fome, ela dizia: bebe água que isso passa.
Passámos fome, muito frio, tínhamos que pôr os casacos da rua em cima das camas, para nos aquecermos, às vezes até dormíamos as três juntas para nos aquecermos, lembro-me que muitas vezes de manhãzinha para me vestir para ir para a escola, mudava de roupa dentro da cama do frio que tinha, chegávamos a ter o quarto a 0 graus centígrados. foi duro.
Os anos foram-se passando assim. na escola não tinha dinheiro para o almoço nem para os livros, elas por vergonha não pediam ajuda, e eu fui estudando com apontamentos..
Cheguei ao 9.º ano e fui para uma escola profissional. aí pagavam-me subsídios e podia estudar, já podia ajudar em casa!
Quando chegou a altura de fazer o trabalho de fim de curso, precisava de um computador, era um luxo na altura, estávamos em 1996! E eu sem um tostão para isso. Surgiu então uma oportunidade de ir trabalhar para as limpezas à noite, aceitei logo!
Saia das aulas a correr para apanhar o autocarro, e fazia limpezas das 5 da tarde às 9 e meia da noite e aos sábados das 6 da manhã ao meio dia. À noite estudava para acabar o curso e de manhã ia para as aulas... Assim consegui acabar o meu curso.
Quando acabei o curso descobri no Centro de Emprego um programa que se chamava POC, acho que ainda existe e inscrevi-me, consegui entrar para a Câmara Municipal (onde ainda hoje estou mas espero que por pouco tempo mas isso depois explico, acompanhe-me).
Comecei a sustentar a minha casa aos 19 anos. A minha avó e a minha mãe começaram a ter melhores condições.
Entretanto andava sempre a inventar maneiras de ganhar mais algum dinheiro, vendia produtos de cosmética, fui convidada para ser chefe de um grupo de cosmética, cheguei a recrutar e a ser chefe de cerca de 150 pessoas, as coisas estavam a começar a correr bem...
Em 2001 o meu mundo desabou!
No fatídico dia 17 de Março de 2001 a minha avó, o amor da minha vida, a mulher que toda a vida esteve comigo, a minha amiga e confidente de todas as horas, morreu!
Ela estava acamada já há dois anos e teve que ser internada no hospital pois estava com uma anemia, faleceu com uma asfixia, uma sonda mal colocada no estômago matou a minha avó num corredor do hospital.
Com o falecimento dela e como vivíamos numa casa de função, fomos despejadas!
Tive que alugar uma casa, pagar renda e caução (que é igual ao valor da renda) e eu sem um tostão!
Entrei em depressão profunda! Estive três meses em que só chorava, afastei-me de todos, estava sempre enfiada no quarto, não queria ver ninguém, meti baixa psiquiátrica, deixei de comer, perdi 30 kg nesses três meses, desisti dos negócios, desisti de mim, só queria morrer... (parte de mim morreu com a minha avó. nunca mais voltei a ser a mesma).
De baixa, sem dinheiro, ia pedindo aos amigos dinheiro para conseguir pagar a renda. Cheguei a passar uma semana com uma empada no estômago. Não tinha capacidade psicológica para nada.
Até que um dia acordei e resolvi dar um basta naquilo. Ninguém me tirava o luto mas assim não podia ficar. Regressei ao trabalho. Alguns amigos vieram ter comigo literalmente com dinheiro na mão (só de escrever isto já me estou a emocionar) a dizerem que sabiam o que se estava a passar e que sabiam que eu precisava de ajuda e eu desatava a chorar...e agradecia e agradecia do fundo do coração. Pela atenção e pelo carinho ao qual eu não estava habituada a ter. Pessoas de quem eu não esperava qualquer ajuda, pessoas a quem ficarei eternamente grata, nem elas imaginam o quanto.
E depois disso fui vivendo a minha vida.
O ano de 2006
Havia um certo rapaz que pertencia ao grupo de amigos, que estava sempre a embirrar comigo, ora convenci-me que ele não simpatizava comigo.
Passaram-se anos e ele sempre naquilo. Eu perguntava às minhas amigas o que é que ele queria, porque me estava sempre a chatear e elas riam-se!
Um belo dia, estava eu aborrecida nos meus pensamentos e ele aproximou-se. E eu pensei, lá vem ele embirrar comigo. Mas não, desta vez veio de mansinho e de mansinho foi ficando... até hoje.
Depois vim a saber que esse mesmo rapaz pensava o mesmo que eu. que eu não simpatizava com ele! e esta, hein?
Esse rapaz chama-se Mauro Pires e é o meu companheiro de todas as horas.
No radioso mês de agosto de 2008 nasceu o nosso menino reguila Daniel e a partir daí a minha vida tem sido calma, com altos e baixos, claro.
O ano de 2015

Quer saber o que vai acontecer? acompanhe-me e descubra.