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sexta-feira, 1 de maio de 2015

História e significado do 1° de Maio, Dia do Trabalhador





Foi no dia 1 de Maio a primeira manifestação de 500 mil trabalhadores nas ruas de Chicago para reivindicar melhores condições de trabalho e a redução de horário de trabalho para 8 horas diárias “Oito horas de trabalho, oito horas de lazer e oito horas de repouso” e em paralelo numa greve geral em todos os Estados Unidos, em 1886.

Em 1891, o Congresso Operário Internacional convocou, em França, uma manifestação anual, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. A primeira manifestação acabou com 10 mortos, devido à intervenção policial. São os factos históricos que transformaram o dia 1 de Maio no Dia do Trabalhador.

Até 1886, os trabalhadores limitavam-se a trabalhar, sem reivindicar publicamente os seus direitos.

Em homenagem aos “mártires de Chicago” o Congresso fundador da II Internacional, reunido em Paris a 14 de Julho de 1889 (primeiro centenário da Revolução Francesa) propôs a proclamação do 1º de Maio com Dia Internacional do Trabalhador “Será organizada uma grande manifestação internacional numa data fixa de modo a que, em todos os países e em todas as cidades em simultâneo, num mesmo dia, os trabalhadores reclamem dos poderes públicos a redução legal da jornada de trabalho, e a aplicação das outras resoluções do Congresso Internacional de Paris. Tendo em conta que uma tal manifestação foi já convocada para o 1º de Maio de 1890 pela American Federation of Labour, no seu congresso de Dezembro de 1888 em St Louis, é esta a data adoptada para a manifestação internacional.”.

Um anos depois a Rússia fez o mesmo.
No Brasil os governos escolhem esse dia para anunciarem o aumento anual do salário mínimo.
No calendário litúrgico, da Igreja, celebra-se a memória de São José Operário por tratar-se do santo padroeiro dos trabalhadores.
Em Portugal, os trabalhadores começaram logo a assinalar o 1.º de Maio em 1890, primeiro ano da sua realização internacional. Mas as ações do Dia do Trabalhador limitavam-se inicialmente a alguns piqueniques de confraternização, com discursos pelo meio, e a algumas romarias aos cemitérios para homenagear os operários e ativistas caídos na luta pelos seus direitos laborais.
Com as alterações assumidas pelo sindicalismo português no fim da Monarquia, ao longo da I República, o sindicalismo tornou-se reivindicativo, consolidado e ampliado. O 1.º de Maio adquiriu também características de acção de massas. Em 1919, após algumas das mais gloriosas lutas sindicais e dos trabalhadores portugueses, foi conquistada e consagrada na lei a jornada de oito horas para os trabalhadores do comércio e da indústria.
No Estado Novo, também os portugueses souberam tornear os obstáculos do regime à expressão das liberdades. As greves e as manifestações realizadas em 1962, um ano após o início da guerra colonial em Angola, são provavelmente as mais relevantes e carregadas de simbolismo. Apesar das proibições e da repressão, houve manifestações de todas as classes sociais. No dia 1 de Maio, em Lisboa, manifestaram-se 100 000 pessoas, no Porto 20 000 e em Setúbal, 5 000.
Ficarão marcadas para a história do operariado português, as revoltas dos assalariados agrícolas dos campos do Alentejo, que tiveram o seu grande impulso no 1.º de Maio de 1962. Mais de 200 mil operários agrícolas que até então trabalhavam de sol a sol, participaram nas greves realizadas e impuseram aos agrários e ao governo de Salazar a jornada de oito horas de trabalho diário.
O 1.º de Maio mais marcante em Portugal, foi, sem dúvida o de 1974, oito dias após a revolução do 25 de Abril.
No dia 1º de Maio de 1974 o povo português nas ruas confirmou o rumo popular e democrático do levantamento iniciado pelos militares de Abril, e contribuiu de forma decisiva para a transformação do levantamento militar em processo revolucionário.
Em poucos dias, todos os direitos e liberdades fundamentais foram repostos e começaram a ser exercidos. O salário mínimo nacional, que não existia, foi instituído ainda nesse mês de Maio, abrangendo mais de 50% dos trabalhadores, em muitos casos com aumentos dos seus salários para o dobro do que ganhavam até aí. E nos contratos colectivos conquistados nos tempos que se seguiram, novas reduções da jornada de trabalho e numerosos novos direitos vieram a ser consagrados.
Desde essa altura que se comemora todos os anos e todos os anos há discursos e manifestações pacíficas para reiterar os direitos dos trabalhadores.
Hoje em dia há muito descontentamento por parte do Povo pois, apesar das manifestações, o Estado regrediu e cada vez mais retira direitos adquiridos. Os horários de trabalho aumentam, os ordenados diminuem, cada vez há mais impostos e também cada vez mais desempregados.
Apesar das lutas do Povo contra o Estado, os direitos estão cada vez mais longe daqueles que o Povo tinha.
Isto é grave, causa descontentamento e pobreza.
As pessoas recebem mal, outros estão desempregados, outros são obrigados a emigrar e a culpa é sempre da “crise”!
Aqueles que não se conformam, procuram outros meios.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Ganhar dinheiro sem ter trabalho? Verdade ou consequência?


Consequência!
Ao princípio não há negócio nenhum que não dê trabalho!
Se alguém lhe disse o contrário, mentiu!
A menos que se estivessem a referir a casinos ou outros jogos do género em que pode ganhar muito e pode perder tudo. Aí será verdade, mas pode ser uma verdade muito amarga!
No princípio de qualquer negócio temos sempre muito trabalho, temos que montar a loja, seja ela física ou virtual.
Contudo, na loja física, você tem que lá estar das 9 às 7 ou algo do género, na sua loja virtual, trabalha à hora que quer.
Quando se trata de Internet Marketing, que é o meu trabalho, temos muito trabalho no princípio a “olear a máquina”, ou seja, a preparar o nosso negócio para que se torne quase todo automático…
Essa é a magia deste negócio!
Depois das coisas preparadas, formatadas e automatizadas como as queremos, as nossas tarefas diárias são mínimas, o que nos proporciona tempo para fazer outras coisas, como passear, estar com os filhos…
Chegamos a tal ponto de automatização, que estamos a dormir e o dinheiro a cair na conta!
Incrível!
Mas como é óbvio, para se chegar a esse ponto, há que trabalhar, ser teimoso, motivado e querer mesmo que o trabalho resulte.
Para isso é fundamental seguir instruções de quem percebe mais disto e que quer ajudar o negócio a crescer.
No Internet Marketing estamos em constante aprendizagem, aprendemos mais e mais coisas sobre esta maravilhosa profissão e também nos desenvolvemos a nós próprios. A nossa mentalidade muda muito, temos aspirações e ambições um pouco diferentes das que tínhamos quando começámos porque sabemos que estabelecendo metas chegamos lá se fizermos por isso.
Portanto o nosso conselho, se quer aprender uma nova profissão, uma das mais bem pagas do mundo, se quer melhorar a sua qualidade de vida, quer ganhar dinheiro para concretizar os seus sonhos, está no caminho certo.
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segunda-feira, 23 de março de 2015

As nossas asneiradas!


Vê este vídeo:



Pois é, como podes ver, fazemos asneiradas! E muitas!
Mas não faz mal, estamos a aprender! E como pudeste ver, em vez de ficarmos zangados por fazer asneiras, divertimo-nos!
Queres coisa mais boa do que teres um trabalho em que com disparates que fazes te desatas a rir com eles?
Eu não estou a ver….
Enquanto o ser humano vai aprendendo desde que nasce, vai fazendo asneiras umas atrás das outras, mas é assim que aprende… A gatinhar, a dar os primeiros passos, a correr, andar de bicicleta…
Aqui, no Internet Marketing, é igual, aprendemos com os erros que cometemos e divertimo-nos com isso…Não adianta arrancar cabelos.
Se não aprendes a fazer bem à primeira, farás à segunda ou à terceira, as vezes que forem precisas até que o resultado seja o que desejas…
Nós estamos aqui opara aprender uma nova profissão. No princípio ninguém percebe nadinha disto e começamos aos poucos a aprender, uns mais depressa, outros mais devagar, cada um ao seu ritmo.
Ninguém aqui quer que saibas as coisas ou as aprendas todas num dia, vais aprendendo aos poucos, peça a peça até que tenhas o teu negócio montado e em autogestão.
Aqui não só aprendes a ter um negócio de sucesso como também aprendes a crescer interiormente, a ser uma pessoa melhor, diferente. A tua mentalidade muda tal como as tuas acções.
A Empower Network e o Lazy Millionaires são uma universidade bem mais completa do que qualquer uma que possas ou tenhas frequentado. Aqui não só aprendes a base teórica como a prática e também aprendes a lidar contigo mesmo, com os teus sonhos.
Aqui tens a oportunidade única de realizares sonhos mas principalmente de estares preparado para os realizar, a ter a motivação certa para conseguires atingir tudo o que sonhas…
Isto é fantástico e único!
Onde encontras uma hipótese assim?
Em que emprego é que te dão esta formação toda?
Em não conheço nenhum.
Aqui investes em ti. Todo o teu investimento é única e exclusivamente para teu benefício, a todos os níveis.
Queres embarcar nesta aventura comigo?
Queres descobrir o melhor de ti e tornares-te uma pessoa mais feliz?
Queres ser independente financeiramente? Sem patrões, sem horários?
Queres ser livre de trabalhar quando e onde quiseres? Isto é tudo feito via internet, onde a tiveres podes trabalhar, ou seja, em todo o lado, é móvel! Até podes trabalhar a partir da China….
Queres mudar a tua mentalidade e passares a pensar que com trabalho chegas aos sonhos que desejas? Sabendo que chegas lá mesmo?
Convido-te a juntares-te à minha equipa, deixa de ser sonhador e começa a realizar sonhos…
Subscreve a newsletter e fica a saber tudo, tudinho, gratuitamente…
Espero-te deste lado.




quinta-feira, 19 de março de 2015

Na idade adulta (última parte)





Ficámos com o falecimento da minha avó.
Tive que reconhecer o corpo, que ir comprar roupa para lhe vestir para ir no caixão, tive que escolher o caixão, sempre sozinha com a minha mãe.
Fizemos o velório sozinhas as 2, sem ninguém. Por volta das 4, 5 da manha consegui convencer a minha mãe a irmos para casa descansar pois estava muito frio e o dia seguinte ia ser muito duro.
No dia do enterro, assistimos à missa e eu cada vez mais me ia consciencializando de que nunca mais veria a minha avó. O meu pai chegou no dia do funeral e tentou dar-me o apoio possível mas eu estava inconformada, nem ao enterro consegui assistir de tanto que chorava.
Tínhamos mudado de casa há pouco tempo, onde vivi sozinha durante um mês, tinha-me zangado com a minha mãe até que foi despejada da outra casa pois quem tinha direito a ela era a minha avó e ela foi literalmente despejada e veio viver para a minha casa.
Com a morte da minha avó, entrei numa depressão profunda, só chorava, não queria ver nem estar com ninguém, deixei de comer, não tinha dinheiro nem vontade de comer. Desisto do negócio que tinha, entrei em baixa psiquiátrica e estive 3 meses em casa a sofrer com a morte da minha avó, sem dinheiro para nada, sem ter para pagar a renda da casa, a caução, comida, nada…
Andei assim este tempo todo até chegar um dia em que resolvi que não podia continuar assim e resolvi voltar ao trabalho.
Quando regressei ao trabalho, houve 2 ou 3 pessoas que vieram ter comigo com dinheiro na mão dizendo que sabiam pelo que estava a passar e que queriam ajudar e eu desatava a chorar de agradecimento…eles não percebiam porque chorava, mas eu chorava…nunca ninguém me tinha ajudado e eu não estava habituada a isso e fiquei-lhes grata para o resto da vida, eles nem imaginam o quanto lhes fiquei grata…
Lá fui recuperando e a minha vida foi melhorando…
Comecei a sair com amigas para me divertir, não queria saber de rapazes ou namorados, lá ia tendo um ou outro mas coisa que durava pouco tempo…
Havia um rapaz que pertencia ao nosso grupo que toda a vida julguei que não gostava nada de mim, estava sempre a embirrar comigo…
Um dia, estava eu muito aborrecida e ele veio ter comigo. E eu pensei que ele vinha embirrar comigo… mas ele queria saber o que eu tinha…
Não percebi nada!
Descobri que esse rapaz gostava de mim! E também ele achava que eu não gostava dele…
Acabámos por ficar juntos. Nunca chegamos a namorar pois no dia em que começámos a namorar, foi o dia em que me juntei com ele…
Engraçado…
A minha mãe não aceitou a situação, acabei por sair da minha casa e deixá-la lá.
Mudei de casa com ele, deixei-a para trás, optei por o escolher a ele, a minha mãe não me deu outra escolha…
Cerca de ano e meio resolvemos engravidar…
Foi a altura mais divertida da minha vida…
Passava a vida atrás dele para ver se engravidava e isto durou 2 meses, com ele a fugir de mim e eu atrás dele…
Só o que fazíamos era rir e o miúdo acabou por pegar.
Depois resolvemos durante a minha gravidez, comprar casa, foi mudanças, limpezas e tudo o mais comigo grávida!
O miúdo nasceu, tinha problemas respiratórios e cólicas e não dormia e eu também não. Cheguei a deixar-me dormir a dar-lhe biberon…
Andava exausta, aproveitava todos os momentos para dormir um bocadinho, emagreci 30 kilos com o cansaço…
Passados tempos, aos seus 3 anos teve que ser operado e ficou melhor de saúde. Tiveram que lhe tirar as amígdalas, os adenoides e também lhe operaram os ouvidos mas ele melhorou.
Passados uns tempos, comecei a ter problemas no trabalho, andava a estudar na universidade, só consegui fazer os 2 primeiros anos pois não tinha dinheiro para pagar as propinas e tive que desistir.
Entrei em depressão outra vez! Frustrada por não conseguir terminar o curso, com problemas no trabalho, achava que não servia para nada, que ninguém gostava de mim, que não fazia falta, que não era mãe para o meu filho, que não prestava nesse papel..
Esta depressão foi muito difícil, pensei várias vezes em suicídio, cheguei mesmo a abrir as portas do armário para tomar todos os medicamento que tinha para acabar comigo, mas no meio desta loucura, com a depressão não temos noção das coisas, a depressão tolda-nos a racionalidade, pensamos nas coisas de forma distorcida da realidade…
Quando abria as portas do armário dos medicamento, pensava, é hoje que acabo com tudo!
Mas tinha um laivo de racionalidade, de consciência, e pensava no meu filho, que direito tinha eu de fazer ao meu filho o que me fizeram a mim? Com que direito o ia expor a essa situação?
Fazê-lo sofrer o que sofri? E fechava o armário e mudava de ideia e ia-me embora.
Ainda hoje tomo medicamentos para dormir mas hoje em dia é só..
Mas já não os tomo por causa dos nervos, tomo-os para poder descansar porque estou num projecto novo que me põe constantemente a pensar no trabalho e preciso deles para desligar…
Este meu projecto novo é Internet Marketing, onde estamos a aprender todos os dias, é como uma universidade, melhor que as convencionais pois aprendes muito mais, tens o apoio de toda a gente, todos nos ajudamos uns aos outros, todos aprendemos uns com os outros.
Temos um sistema completamente automatizado que depois de montado, as coisas ficam programados e podes fazer outras coisas e divertir-te…
Aqui tu podes ser tu próprio, podes ser livre, independente, sem patrões, fazes a tua vida como queres…
Convido-te a juntar-te a nós…
Vem realizar os teus sonhos..
Vem lutar por eles, usa a tua motivação como motor para o teu trabalho
Subscreve a minha newsletter para saber mais pormenores gratuitamente…
Junta-te a nós…
Encontramo-nos deste lado….

http://patriciadeportugal.com/e/grupo-de-ajuda

sexta-feira, 13 de março de 2015

A minha autobiografia



Vê este vídeo:



Ficaste com uma ideia? se quiseres saber mais pormenores vê este artigo:


Queres ganhar dinheiro?

Tens sonhos como eu?

Junta-te a nós e vem descobrir o mundo do Internet Marketing, não te arrependerás...


domingo, 8 de março de 2015

As Novas Mulheres (a Era do Império) Eric Hobsbawm




Introdução

Com este trabalho pretende-se estudar a Mulher de finais do século XIX e princípios do século XX, após a Primeira Revolução Industrial do ponto de vista de Hobsbawm.
            Tentaremos explicar as evoluções e conquistas das mulheres, a nível profissional, político e pessoal. A forma como era vista e tratada no trabalho, a luta pelo direito ao voto e pela sua emancipação, a conquista de liberdade sexual, a mulher no desporto, nas mudanças de vestuário, usando roupas mais ousadas…
Também falaremos na vontade que a mulher tinha em se instruir indo para o ensino secundário e para a universidade, nas mulheres notáveis que surgiram na época, no problema que se colocava entre a mulher/mãe e ao mesmo tempo mulher/política ou mulher/trabalhadora

As Novas Mulheres (Capítulo 8 de A Era do Império)
Eric Hobsbawm



Após a Revolução Industrial, com a ida das mulheres para as fábricas e para o mundo do trabalho em geral, saindo de casa, a mentalidade das mulheres foi mudando aos poucos.
            Comecemos pelas mudanças demográficas. Devido à sua condição de trabalhadoras, tinham menos filhos. Havia um controlo voluntário de nascimentos (como a abstinência sexual, o coito interrompido e provavelmente o aborto).


            Na França pré-revolucionária, por exemplo, para garantir a transmissão de terras, reduzindo as partilhas, os casamentos eram muito tardios e era prática comum enviar os filhos e filhas para conventos, passando lá o resto da vida, servindo Deus.
            Tanto as mulheres como os homens, principalmente na cidade, tinham o desejo de aumentar a sua qualidade de vida e o facto de ter muitos filhos não era compatível, devido às despesas que os filhos traziam. A ida para a escola, os anos de aprendizagem, fazia-os economicamente dependentes e já nesse tempo existiam proibições de trabalho infantil, que só na agricultura eram ignoradas.

            Os pais também tinham uma visão diferente dos filhos. Anteriormente era impensável um filho saber mais que o pai ou vir a ser mais importante que ele, nesta época, já apostavam nas oportunidades de futuro dos filhos, sendo uma família pequena, seria mais fácil monetariamente investir nos filhos.
            Com excepção do trabalho doméstico, os empregos das mulheres não eram considerados como tal, mas sim como ocupações temporárias.
            No mundo rural não era assim. Os homens tinham consciência que nada faziam sem a ajuda da mulher. Elas tinham que tratar das crianças e da casa. Era impossível para um camponês trabalhar sem a participação da companheira, ela nunca poderia ter um trabalho que não fosse junto do marido.
            O número de mulheres que trabalhavam era cada vez maior. Inicialmente operavam nas chamadas indústrias caseiras, para consumo doméstico e para venda para fora como o fabrico de laços, esteiras, tecelagem em tear manual, fabrico de meias com agulhas. Estas indústrias tinham a vantagem de possibilitar à mulher casada trabalhar, ganhando algum dinheiro, apesar de ser mal paga e ao mesmo tempo cuidar da casa e dos filhos.
            Contudo nem todas as mulheres trabalhavam em casa. Aí a coisa complicava-se. O papel principal da mulher era ser dona de casa. Quem trazia regularmente dinheiro para casa era o homem, as mulheres limitavam-se a contribuir com os seus parcos ganhos, que eram considerados complementares ao salário do marido.
            A estratégia era simples, evitar a concorrência feminina. Os homens ganhavam mais por serem homens e por terem o “dever” de sustentar a casa. As mulheres tinham que ganhar menos para não competirem com eles e assim continuarem dependentes financeiramente e terem ocupações mal remuneradas.
            As mulheres da época estavam reduzidas a duas alternativas, a prostituição de luxo, à qual poucas tinham acesso e poucas estavam interessadas ou então um bom casamento, o que também não era propriamente fácil pois implicava sacrifícios. Muitas mulheres trabalhavam em solteiras e após casarem, deixavam o trabalho para ficarem em casa pois assim provavam à sociedade que não precisavam de trabalhar para ajudar a sustentar a família, que o seu marido tinha dinheiro suficiente para a família. Eram obrigadas a voltar à dependência masculina.
  Era considerado normal as mulheres trabalharem quando solteiras, viúvas ou abandonadas pelos maridos, mas quando casadas, deixava de o ser.
            As mulheres estavam excluídas da economia. Qualquer trabalho que desempenhassem, não era considerado trabalho mas sim ocupação pois quem trabalhava eram os homens. A economia era masculinizada. Não tinham direito ao voto, a política era assunto de homens. Não entravam em partidos, não tinham opinião, só exerciam alguma influência através dos seus homens. Eram consideradas inferiores. Seres humanos de segunda classe, sem direitos cívicos, nem o nome de cidadãs lhes era atribuído.
            Mas a sua posição foi-se modificando ao longo dos anos por razões económicas. O aumento de ocupações tipicamente femininas (lojas e escritórios) ou o crescimento da educação elementar, tirando cursos como o de dactilografia, por exemplo, beneficiou as filhas de operários, camponeses, mas principalmente as filhas das classes médias-baixas.
            Nas últimas décadas do século XIX, começaram a notar-se mudanças na posição social e expectativas das mulheres. A sua emancipação já vai sendo visível na classe média. Mulheres como Rosa Luxemburgo, Madame Curie, Beatrice Webb, ocuparam lugares anteriormente de homens e foram as pioneiras.



            Começaram a surgir, em certos locais, mulheres sufragistas (as suffragettes), pertencentes à União Social e Política das Mulheres, em luta pelo direito ao voto. Mas não tinham grande significado. Só depois da Primeira Guerra Mundial começaram a ter algum sucesso. Contudo a sua campanha contra o tráfico de escravatura branca, que conduziu à Lei Mann em 1910 nos Estados Unidos, foi relevante mas sem sucesso e a campanha anti-alcoolismo foi um tal sucesso que conduziu à décima oitava emenda da Constituição dos Estados Unidos que proibia o Álcool. A luta pelo direito ao voto e a luta pela emancipação feminina eram fortemente apoiadas pelo recentes Partidos trabalhistas e socialistas, que se ofereciam para ajudar as mulheres a fazerem parte da vida pública, mas apesar de atraídos pela causa, também se queriam imiscuir nas limitações que as mulheres tinham nos empregos pois achavam esse problema mais importante que a libertação política.
            As suas limitações não eram só sociais e políticas mas também culturais. Apesar de serem consideradas inferiores, eram elas a educar os filhos, que ensinavam a língua, transmitiam valores e cultura, elas formavam os futuros homens… De uma certa maneira, os homens respeitavam-nas. Em teoria e em público, o homem dominava, mas as mulheres aprenderam a contornar as regras.
            Também a Igreja Católica defendia a mulher e os seus direitos. Mas defendia que a defesa do sexo feminino residia na religião, nos conventos, tornando-se freiras e a percentagem das que optavam por esta via eram muito superior às mulheres que defendiam a libertação feminina.
            Quando as mulheres começaram a ser recrutadas em quantidades visíveis nos partidos trabalhistas e socialistas, grande parte eram esposas, filhas ou mães (como na novela de Gorki) de militantes socialistas. "Nascia naquela pequena sala um sentimento de parentesco espiritual que unia os trabalhadores de todo o mundo. Este sentimento, que a todos fazia vibrar num mesmo coração, era partilhado pela mãe, e embora não compreendesse muito claramente bebia a alegria e a juventude deles e deixava-se embriagar com a sua força e a sua esperança" (A Mãe, de Máximo Gorki, p. 39).
            As campanhas públicas de esquerda começaram a surgir. As reformadoras, as filantropistas. A política socialista e revolucionária fez surgir nomes como Rosa de Luxemburgo, Vera Zasulich, Alexandra Kuliscioff, Angelica Balabanoff, Emma Goldman, da Rússia Czarista e outras tantas de outros países.
            Havia alguma facilidade em as mulheres se distinguirem na vida pública. Está simbolizada no Nobel da Paz atribuído a Bertha Von Suttner, em 1905. Era difícil enfrentar o muro resistente dos homens, contudo, algumas contornavam-no. Marie Curie ganhou dois Prémios Nobel de Ciências em 1903 e 1911, por exemplo.

            A emancipação estava a ser aceite muito lentamente. Mesmo entre a classe média, as famílias aceitavam que as filhas trabalhassem pois não podiam sustentá-las caso não casassem. Mesmo alguns homens viam a emancipação feminina com bons olhos.
            As mulheres cada vez tinham mais aspirações, principalmente na classe média. O principal sintoma era a aposta na educação. Havia cada vez mais raparigas no ensino secundário. Também na universidade elas estavam presentes. Em 1908 a primeira mulher foi nomeada professora universitária na Academia Comercial em Mannheim, na Alemanha.

            Deram-lhes mais direitos individuais, perante a sociedade, nas suas relações com os homens. Começaram a poder dançar em locais públicos como clubes nocturnos, em hotéis, durante a hora do chá, entre outros.
            Surgiu também uma certa liberdade na indumentária. Acabam com os espartilhos feitos com barbas de baleia, que são substituídos por corpetes e soutiens. Depois surgiram os cosméticos, que anteriormente só eram usados pelas prostitutas, começaram a mostrar as pernas, coisa absolutamente proibida anteriormente.
            Iniciaram práticas de desporto como montanhismo, ciclismo, dedicaram-se ao ténis, entrando em torneios em Wimbledon na versão singles.
As mulheres que exerciam actividades femininas, normalmente casadas, estavam ligadas ao teatro e à literatura.
            Em 1909, Selma Lagerlöf, da Suécia, ganhou o Prémio Nobel da Literatura.
            Liberdade de movimentos não é liberdade sexual. O sexo sem casamento não era aceite, se bem que houvesse raparigas que o praticassem, o mesmo acontecia com o adultério, era cometido, mas discretamente.
            Esta é, no entanto, uma época em que a mulher se preocupa com o erotismo do seu corpo. Sabe que desperta interesse nos homens.
            A libertação sexual era um assunto delicado. As feministas atraiam todo o tipo de movimentos contra os convencionalismos como os utópicos, boémios, propagandistas, contraculturais e os que defendiam o direito de dormir com qualquer pessoa. Até homossexuais como Edward Carpenter e Oscar Wilde, mulheres livres como Annie Besant. As uniões livres, sem contractos de casamento, além de aceites, eram quase obrigatórias.




            Contudo, a libertação sexual levantava uma questão importante, a família. A mulher era imprescindível como mãe. Principalmente nas classes mais baixas. Nas classes mais altas as questões resolviam-se com a criadagem e enviando os filhos para colégios internos, mas as classes baixas não tinham esses recursos.
            Muitos defendiam que a emancipação feminina e a maternidade não combinavam.
            As americanas resolveram parte desse problema. Apostaram na tecnologia em casa. Fogões a gás, eléctricos, aspiradores (1903), ferros de engomar eléctricos (1909), máquinas de lavar roupa em lavandarias públicas.
Construíram-se escolas infantis, creches e forneceram-se alimentos cozinhados nas escolas, o que libertava a mulher para trabalhar.
            A maioria das mulheres emancipadas da classe média que optava por uma carreira, não casavam nem tinham filhos, ficando celibatárias. As mulheres e a sociedade em geral consideravam o casamento uma carreira que obrigava ao abandono de outra qualquer profissão, devido a ser muito exigente, era um trabalho a tempo inteiro.
Por volta de 1914 começaram a conquistar o direito ao voto na grande maioria do países. Aos poucos elas foram provando que eram capazes.
            Como Bernard Shaw declarou: "A emancipação da mulher é principalmente obra dela"
           
           

Conclusões

Hobsbawm era um homem com ideologia de esquerda, o que faz com que a sua visão não seja propriamente neutra. Vê-se claramente no seu texto que é apologista da emancipação feminina, do direito ao voto e da liberdade sexual da mulher.
Parece ser um homem que escreve abertamente sobre as coisas, imprimindo discretamente o seu ponto de vista no discurso.
Apesar de não fazer parte do trabalho nem da época em estudo, devido ao tema, há considerações finais julgadas de relevância para o autor desta análise:
Infelizmente há problemas que se mantém ao longo dos tempos. Apesar da emancipação feminina ser ponto assente na grande maioria dos países e o direito ao voto também, ainda há casos de discriminação. Fábricas (como em Portugal por exemplo), em que os homens ganham mais, empresas que só empregam homens, instituições que não permitem que as mulheres cheguem a cargos de chefia, mulheres que são despedidas por estarem grávidas...
É claro que há proibições e regras para grande parte destes casos mas não quer dizer que sejam cumpridos por todos. As mentalidades mudaram, sem dúvida, tornaram-se mais abertas na aceitação dos outros, esperemos que continuem este processo pois não parece estar concluído para muitos…
Foi um prazer fazer este trabalho.

                       





Bibliografia
BESSA, Karla Adriana Martins - O papel das mulheres na sociedade ao longo da História. [Consultado em 07-12-2009]. Disponível na Internet:
 
http://pt.shvoong.com/social-sciences/sociology/1653449-papel-da-mulher-na-sociedade/
GORKI, Máximo - A mãe. Amadora: Ediclube, 1994. ISBN 84-408-0038-X.
HOBSBAWM – A Era do Império: 1875-1914. Lisboa: Editorial Presença, 1990.
Wikipedia. [Consultado em 01-12-2009]. Disponível na Internet: http://pt.wikipedia.org/


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Top um nos contactos e nos compromissos! Também queres?



Vê este vídeo!


Top 1 no número de contactos efectuados e número um no Top 3 dos compromissos!
Boa!
Estamos muito felizes pelo reconhecimento que nos fizeram.
Conseguimos chegar até aqui com muito esforço, dedicação e trabalho!
A nossa motivação é muito alta para conseguirmos atingir os nossos objectivos de vida.
É para nós fundamental realizar os nossos sonhos mais íntimos e estamos a lutar diariamente para para os concretizar.
Este é o nosso trabalho! Internet Marketing!
Trabalhamos na Internet, não percebíamos nada disto quando começámos e continuamos a aprender todos os dias!
Também queres?
Tu que pensas que não és capaz, pensas mal!
Se nós somos capazes, tu também és!
Queres começar uma nova vida?
Queres trabalhar onde e quando tu queres, sabendo que ganhas dinheiro com isso?
não percas tempo!
Junta-te a nós!
Vem trabalhar connosco e descobre que o céu é o limite dos teus sonhos.
Basta queres trabalhar, estar motivado para concretizares os teus sonhos e pronto para aprender uma nova carreira!
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Não percas tempo!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Trabalhar compensa!



Não há dúvidas de que trabalhar compensa!
E principalmente quando trabalhamos no que gostamos e para nós, para nosso benefício, sem patrões, sem gente por trás a aborrecer-nos!
Em menos de um mês a trabalhar nesta Empresa, a Empower Network em parceria com os Lazy Millionaires, tendo em conta o tempo que levei a montar todo o sistema para começar a trabalhar, já obtive treze (13) subscritores mais um por confirmar e dentro deste grupo, uma afiliada, ou seja, tenho quatorze interessados e uma associada, que se vai tornar minha colega de trabalho e com quem crescerei no trabalho!

Menos de um mês e já vejo resultados!
São pequenos ainda mas trazem-me um entusiasmo enorme! Sem explicação! Só quem começou agora, ou os que se lembram quando começaram é que sabem!
Sinto que todo o investimento que fiz, o trabalho que tive, o que aprendi, os desafios que tive até agora, estão a começar a dar frutos!
É claro, tenho noção que são resultados pequeninos mas tendo em conta que foram conseguidos em menos de um mês, são Grandes resultados, são o princípio de muitos mais e muito maiores!
Estou feliz! Estou nas nuvens!
Cada vez tenho mais a certeza que finalmente tenho o trabalho certo!
Nunca me senti tão feliz a trabalhar!
É tão bom sentirmo-nos felizes a fazer o que gostamos! A trabalharmos para nós, a fazer o que queremos, quando queremos e onde queremos!
A Internet tem essa vantagem, é quando queremos e onde queremos, é móvel, pode ir para qualquer lado!
Apetece-me gritar ao mundo, Venham ser felizes, Venham ganhar dinheiro, Venham ser livres, Venham concretizar os vossos sonhos!
Vem sentir a alegria e a felicidade que sinto!
Vem trabalhar comigo e com esta equipa fantástica e a tua vida muda radicalmente!
Vem ser Internet Marketer, vem sentir que podes tudo o que sonhaste, passo a passo...
Subscreve a minha newsletter e vê como podes chegar aos teus objectivos...
Vem ser feliz!

Será possível ganhar dinheiro com Internet?



A cada segundo, minuto, hora ou dia que passa, aumenta o número de pessoas interessadas em saber como ganhar dinheiro na Internet.
Assim, ao mesmo tempo que cresce o interesse pelo assunto, cresce o número de profissionais sérios a actuar no mercado, bem como o dos especuladores.
Quero assim deixar bem claro de que sim, é possível ganhar muito dinheiro na Internet, ter mais tempo disponível para a família e para ti próprio realizando os teus próprios sonhos, não os sonhos dos outros (patrões).
Basta para isso fazer a escolha certa nas imensas hipóteses que a Internet nos oferece, lembrando que existem empresas, carreiras e negócios a seguir, bem como empresas que “vendem” promessas de mundos e fundos e que só te vão fazer perder tempo e dinheiro.
Este mercado é incrivelmente dinâmico e cada novo website que aparece pode gerar uma rede de empregos enorme. Novas plataformas são criadas todos os anos, assim como surgem novas ferramentas e novas tecnologias que permitem que alguém, mesmo sem experiencia, se especialize naquilo e se torne uma espécie de técnico de Internet.
Assim, e com este mote, quero apresentar o cenário que 2015 apresenta para aqueles que buscam saber como ganhar dinheiro na Internet. Sites, carreiras, profissões e mercados são as opções que considero mais eficazes quando o assunto é trabalhar a partir de casa. Elas requerem pouco investimento monetário inicial, quando comparado com o enorme retorno que se pode conseguir, trazendo assim uma segurança financeira incrível, podendo até se transformar na tua principal e única fonte de rendimento.
Vou já avisando que não se trata de nenhum “esquema” ou “truque” genial que só eu conheço ou que te vai fazer ficar milionário do dia para a noite. Não! A internet é um mercado de trabalho, muito trabalho mesmo. O que eu te quero mostrar aqui é onde tu podes encontrar as oportunidades e como podes explorá-las.
Como em qualquer outro trabalho, tu vais precisar desenvolver uma sabedoria prática da “coisa”. É uma curva de grande aprendizagem. Vais precisar desenvolver novas habilidades ou desenferrujar habilidades antigas. O resultado alcançado depende 100% do teu comprometimento, esforço e foco. Isto significa que, quantas mais horas por dia dedicares a este teu novo emprego/trabalho, mais rápido e melhores resultados terás.
Estás disposto a investir um pouco de dinheiro se isso te adiantar várias horas de trabalho?
Sim, várias horas de trabalho mesmo!
O meu nome é Mauro Pires e eu “trabalho”, quando quero, onde quero e o tempo que quero, com a Empower Network e com os Lazy Millionaires League (Portugal).
Nota: Deves ter reparado que “trabalho” está escrito entre aspas, isto porque nós não consideramos o que fazemos como um trabalho ou emprego, mas sim um passatempo ou hobbie e diversão!
Tens aqui
mais informações sobre a Empower Network e os Lazy Millionaires League.
Para perceberes mais como te podemos ajudar subscreve a nossa Newslleter e receberas logo informações completas

O meu novo projecto de vida



Sou funcionária pública já há anos, gosto da profissão que tenho, sou assistente técnica na área de bibliotecas e faço catalogação.
São muitos e super interessantes os livros que me passam pelas mãos, é pena não ter tempo para lê-los pois a minha tarefa é catalogar, não ler. Quando são mais complexos, vejo apenas na diagonal no que consistem. Não se pode perder muito tempo pois a ideia é introduzi-los nas bases de dados para que os leitores tenham acesso a eles.
Às vezes lá há um ou outro que me chama mais a atenção e confesso que o ponho de lado para depois o espreitar.
Como escrevi, já faço isto há anos. Apesar de me agradar, não estou a ver-me a fazer isto o resto da vida. Acho que uma vida inteira a fazer o mesmo não é apetecível.
Portanto resolvi mudar a minha vida.
Apesar de ter que continuar (por enquanto) a ser funcionária pública, decidi que estava na hora de aprender coisas novas.
Fui à procura. O sítio por onde comecei, foi pela Internet, investiguei tempos a fio o que poderia fazer, ainda fiz algumas traduções, dei consultas de Tarot mas não era aquilo que queria.
Continuei à procura e procurei, procurei até que algo me chamou realmente a atenção. Investiguei ainda mais profundamente. Continuava a interessar-me e à medida de que ia lendo e vendo vídeos, mais me convencia que aquilo é que era!
Estou a referir-me à Empower Network e aos Lazy Millionaires League.
tem várias coisas que me agradam bastante:
-Ganho dinheiro;
-Tenho liberdade de horários;
-Trabalho a partir de casa ou onde houver Internet;
-Não estou presa a um sítio físico, posso trabalhar onde quiser;
-Passo mais tempo com a família;
-Não preciso ser expert em nada pois ensinam-me tudo;
-Posso ir de férias quando quiser;
-Para o que a empresa me oferece, o investimento não é grande porque estou a investir em mim;
-Como gosto de estudar coisas novas, aprendo muitas todos os dias;
-Tenho uma equipa de gente experiente vastíssima para me ajudar a toda a hora...
-Posso realizar os meus sonhos!
Só vejo vantagens, é impressionante!
Portanto, como sou uma pessoa invulgar, adoro quando eles dizem isto, abracei este projecto e quero ir com ele para a frente e superar todos os desafios que me lançarem.
Este projecto consiste na aquisição de um blog e de vários cursos que me habilitam a ser capaz de vender qualquer coisa em qualquer sítio no mundo!
Já fiz há dias um artigo sobre a Empower Network e os Lazy Millionaires League, é resumido mas julgo que esclarecedor. podes ir vê-lo aqui:
Eu estou super entusiasmada e apostada em trabalhar neste projecto fascinante.
E tu, queres fazer tudo o que descrevi?
Queres realmente mudar de vida e realizar os teus sonhos?
Queres saber como?
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Nem toda a gente tem esta oportunidade, agarra a tua!
Vem ser mais um Lazy e começa a ser feliz a sério...