Mostrar mensagens com a etiqueta Riqueza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Riqueza. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Apontamentos a reter para quem quer ter sucesso (parte 2)



Continuando o artigo anterior sobre o livro Pense e Fique Rico, de Napoleon Hill, abordarei várias frases e apontamentos do mesmo.
A auto-sugestão é sempre muito importante para se obter sucesso.
Temos que induzir o subconsciente a acreditar naquilo a que nos propomos, ou seja, se pensar com muita Fé e afinco que ficará rico e de tanto insistir nesse pensamento, o subconsciente acabará por acreditar que tem dinheiro, que o dinheiro já ali está à espera de ser recebido, assim o subconsciente vai fornecer-lhe planos concretos para adquirir o dinheiro que é seu.
“Coloque este pensamento na sua imagem e veja o que ela consegue ou irá fazer para criar planos concretos com vista a acumular dinheiros através da transformação do seu desejo.

Não espere por um plano preciso com o qual irá trocar serviços ou mercadorias pelo dinheiro que está a visualizar. Comece, desde já, a olhar para si próprio na posse desse dinheiro, exigindo e esperando que o subconsciente lhe revele os planos que precisa. Esteja alerta e quando os planos aparecerem ponha-os imediatamente em acção. Nessa altura, os planos irão provavelmente surgir-lhe sob a forma de uma inspiração ou intuição (da inteligência infinita). Trate essa inspiração com respeito e aja em sintonia com ela assim que a receber”

“Antes de conseguir transformar o seu desejo em dinheiro, precisará de obter um conhecimento especializado do serviço, mercadoria ou profissão que pretende oferecer em troca da fortuna. Talvez venha a precisar de mais conhecimento especializado do que a capacidade ou a aptidão de que dispõe para o obter. Se isto for verdade, poderá superar as suas fraquezas com a ajuda do seu grupo Master Mind.
O grupo Master Mind pode ser definido como: “coordenação do conhecimento e do esforço, em espírito de harmonia, entre duas ou mais pessoas para obtenção de um obectivo preciso.”
“A acumulação de grandes fortunas exige poder e o poder adquire-se através do conhecimento especializado, altamente organizado e dirigido com inteligência. Este conhecimento não tem de estar necessariamente na posse da pessoa que possui a riqueza.
Esta ideia deverá dar esperança e encorajamento àqueles que desejam acumular riqueza mas não têm a necessária “instrução” que lhes forneça conhecimento especializado. Há pessoas que passam a vida a sofrer de complexos de inferioridade porque não são pessoas com “instrução”. A pessoa que consegue organizar e dirigir um grupo Master Mind, cujos membros possuem o conhecimento necessário, é alguém com tanta instrução como qualquer um dos indivíduos do grupo.”
Ou seja, não é preciso ser brilhante, nem ter uma cultura geral muito vasta, nem ter frequentado a universidade para se ser rico, para obter o que se deseja. Com humildade, vontade de aprender e também, se possível, uma boa equipa, consegue-se chegar onde se deseja.
“Thomas Edison teve apenas 3 meses de escolaridade em toda a sua vida. Mas não tinha falta de formação nem morreu pobre.
Henry Ford tinha menos que o 6º. Ano de escolaridade, mas saiu-se muito bem financeiramente.
Albert Einstein trabalhava como funcionário numa firma de patentes quando começou a desenvolver as teorias científicas que viriam a alterar o mundo.


O conhecimento especializado está entre as formas de serviço mais generosas e mais baratas de que podemos dispor. Se duvida disto, consulte o rol de pagamentos de qualquer universidade.”
É claro que para obter o conhecimento especializado de que precisa para o seu negócio, você precisa saber que conhecimento é necessário para o impulsionar e gerir. Para isso precisa utilizar a sua própria experiência ou formação e munir-se de armas como a sua equipa de trabalho, cursos especializados e específicos para a sua área, livros da especialidade, entre outras coisas.
À medida que vai adquirindo o conhecimento, deve coloca-lo em prática com um objectivo preciso e planos correctos.
Deve sempre ir acumulando conhecimento sobre a sua área de trabalho para cada vez mais estar a par das novidades, dentro do assunto e assim crescer financeiramente. Uma das melhores ferramentas que há hoje em dia é a Internet.
Na Internet, você poderá aprender online, tudo o que precisa, com cursos especializados, sem preocupações e sem horários e em qualquer lado. É mais flexível para a sua programação de tarefas diárias.
É um investimento que faz em si e no seu negócio.


Eu faço isso precisamente todos os dias!
Sou Internet Marketer e aprendo online, com cursos específicos tudo o que preciso saber sobre a minha área.
Além disso, tenho uma vasta equipa de trabalho que me ajuda em tudo o que preciso a qualquer hora do dia.
Não tenho patrões, não tenho horários, sou eu quem organiza o meu dia de trabalho, as minhas tarefas, o que tenho ou não que fazer.
E ganho dinheiro com isso. Ganho dinheiro sendo Internet Marketer e aprendendo e ensinando todos os dias coisas novas!
Adoro o meu trabalho!
Se também se quer especializar no Internet Marketing, se deseja ganhar dinheiro online, sem ter que dar justificações de horários ou trabalho…
Se quer passar mais tempo com a família…
Se quer ganhar dinheiro…
Se quer realizar os seus sonhos e viver uma vida melhor e diferente,
Veio ao sítio certo!
Nós ajudamos! Junte-se à nossa equipa e juntos seremos muito maiores.
Pode entrar em contacto connosco através do Skype: patriciadeportugal ou mauropires_lml_1
Por outro lado se quer já começar a mudar a sua vida, Inscreva-se já  Aqui ou no Botão a baixo

De seguida entre em contacto connosco para o podermos ajudar e orientar neste magnífico percurso.

botão-inscrever1


Para uma explicação deste nosso projeto segue o link http://www.patriciadeportugal.com/f/?p=f1hmpt&id=6346043


quarta-feira, 18 de março de 2015

A minha infância e adolescência (1/3)








A minha mãe é de Angola. E la e os meus avós faziam muito o triângulo, como lhe chamavam, entre Angola, o Brasil e Portugal.
Os meus avós eram portugueses e o meu pai também. A minha mãe era portuguesa de Angola.
Quando estalou a guerra em Angola, eles estavam lá todos. Em 1975 Os meus avós foram viver para o Brasil, Para Manaus, onde o meu avô tinha trabalho, no INPA, o Instituto Nacional de Protecção da Amazónia.
Pouco tempo depois, os meus pais também se vieram embora, já no fim, para irem ter com os meus avós ao Brasil mas decidiram Ir de automóvel para a Africa do Sul. Tiveram muitas peripécias pelo caminho, o País estava em guerra e os meus pais a atravessá-lo sozinhos de automóvel. Lá foram resolvendo os problemas que surgiram e conseguiram chegar a Cape Town, a Cidade do Cabo de hoje.
Aí tinham a questão do Apartheid. A minha mãe conta que chegou a estar 2 horas à espera da chave da casa de banho das brancas… Foram tempos conturbados e ainda bem que alguns se resolveram…
Segundo a minha mãe, eu fui concebida lá, Em Cape Town.
Já grávida, embarcou com o meu pai para o Brasil para se juntar aos meus avós.
Viveu a gravidez toda em Manaus e já no final da gravidez, o meu pai teve que regressar a Portugal por causa dos negócios que cá tinha, a minha mãe quis vir com ele, claro.
Embarcou no avião grávida de 9 meses, o que era proibido, mas conseguiu disfarçar a gravidez. Dentro do avião, as águas rebentaram às 4 da manhã e eu nasci já em Portugal às 5 para as 9 da noite. Tive “azar” porque se tivesse nascido no avião, teria viagens gratuitas para o resto da vida e presentes no aniversário.
Nasci dia 1 de Abril de 1976, em Lisboa, onde ficámos a morar.
Os meus pais não tinham qualquer problema financeiro, viviam bem devido aos negócios do meu pai. Era uma vida de bem estar financeiro.
Quando tinha 3 anos, os meus pais foram visitar um casal de amigos nossos vizinhos, pois ela fazia anos. Eles tinham um Grand Danois, uma raça de cães, tão grandes, que parecem burros pequenos, em casa e eu, pequenita, fui mexer-lhe na comida. Ele virou o focinho para me afastar mas raspou os dentes na minha cara e rasgou-a toda. Levaram-me logo para as urgências mas o cirurgião que estava de plantão não sabia cozer-me. A sorte é que o dono do cão, o nosso amigo, era um cirurgião muito conceituado e cozeu-me ele. Segundo a minha mãe conta, as instalações e condições eram péssimas e o cirurgião teve que cozer-me com agulha e linha de costura. Levei 36 pontos na zona dos olhos. Fiquei sem um bocado de sobrancelha e tudo. Estive 2 meses cega, estava em constantes tratamentos para que não ficasse desfigurada e andei assim uns largos meses. Queriam fazer-me uma cirurgia plástica mas como era pequena, na altura só davam anestesia local e a minha mãe não quis, ficou cá a marca.
Os meus pais tinham divergências que com os anos se foram agravando. O meu pai não entendia a minha mãe e ela não o entendia a ele. Infelizmente assisti a cenas de violência doméstica e bem pequenina tentava defender a minha mãe, sem sucesso, claro, mas ele lá se acalmava. Comigo nunca houve nada, nunca me levantou a mão.
A minha mãe ainda chegou a sair de casa mas ele foi busca-la. A minha mãe era uma pessoa que sofria de constantes depressões, ainda hoje, e tinha uma percepção diferente das coisas. Não estou a falar mal dela, estou a relatar o que me aconteceu. Ela ficava tão envolta nos problemas dela que às vezes se esquecia de me ir buscar ao colégio, vinham as educadoras trazer-me, esquecia-se de me dar o almoço, ou não comia ou era a empregada que tínhamos que o fazia…Enfim…
Isto chegou a tal ponto, que aos meus 7 anos, ela tentou o suicídio para se livrar dos problemas, segundo ela. Mas esqueceu que tinha uma filha pequena, que precisava da mãe.
Fui eu que a encontrei quase morta na cama. Imaginam o que é? Não queiram!
Chamei os vizinhos, percebi que a coisa não era boa, pedi ajuda e fiquei em casa de uns vizinhos que não conhecia à espera.
Os meus avós vieram para Portugal logo a seguir à minha mãe, o meu avô era muito agarrado à filha. Arranjou colocação como professor universitário em Vila Real mas como achava que estava muito longe dela, pediu transferência para Évora, para ficar mais perto de Lisboa.
Estive horas à espera que alguém me viesse buscar. O meu pai não sabia de nada, nem sabiam onde ele podia estar e então chamaram o meu avô, que estava em Évora e demorou horas a chegar a Lisboa para me vir buscar e para tratar do internamento da minha mãe no hospital.
A minha mãe ficou quase 5 meses internada e quem ficou comigo, contra vontade dos meus avós e da minha mãe, foi o meu pai, que foi metido em tribunal por causa do poder paternal.
Estive com o meu pai esses 5 meses, foram meses divertidos, eu andava sempre com ele, contudo ele tinha a Judiciária à perna por minha causa. Eu já os conhecia a todos, eram sempre os mesmos! Chegava a cumprimenta-los no café e eles aproveitavam para me perguntar se estava tudo bem comigo.
Em seguida a minha mãe veio viver com os meus avós para Évora, em Junho, salvo erro e em Novembro o meu avô faleceu. Foi uma desgraça para toda a gente, até para o meu pai pois gostava muito dele e por isso, o meu pai resolveu devolver-me à minha mãe. Vim para Évora em finais de Novembro.
Entrei para a 2ª. classe da escola primária a seguir às férias do Natal e adaptei-me bem pois quando entrei na escola já sabia ler e escrever com os ensinamentos da minha mãe e da minha avó.
O meus colegas é que não gostaram nada de mim, nem eu deles. Era sistematicamente perseguida por ser filha de pais divorciados, por ser de Lisboa, por ser gordinha, por ter uma cicatriz na cara, por causa do meu apelido… E foi assim toda a minha vida escolar…
Com a separação dos meus pais e a morte do meu avô, a nossa situação financeira tornou-se quase nula! Eles eram as fontes de rendimento.
A minha avó ficou apenas com uma mísera pensão de sobrevivência que para pouco chegava. E a pensar que ainda há muita gente a receber essas misérias…
No início foram vendendo a joias todas que tinham, quando se acabaram as joias, acabou-se esse rendimento e já não restava nada.
A minha  mãe tinha sido criada para casar (as coisas eram assim antigamente) e o meu avô nunca se preocupou e tratar dos documentos de habilitações da minha mãe e com a guerra, desapareceu tudo. A minha mãe nem o comprovativo de 4ª classe tinha! E ela tinha o antigo 9º ano, equivalente ao nosso 12º feito.
Devido a isso, nunca conseguiu arranjar emprego, saltitava de emprego em emprego por poucos meses e não se podia contar com esse dinheiro.
A nossa renda era só a pensão da minha avó.
Passámos muita fome, muito frio.
Lembro-me que chegávamos a dormir as 3 juntas para não termos muito frio, o nosso quarto chegava ao 0 graus, não havia dinheiro para aquecedores, electricidade e muitas vezes ficámos sem ela por falta de pagamento, andávamos com velinhas e candeeiros a petróleo, quando havia…
Punhamos os cobertores todos em cima da cama, metíamos os casacos também, tudo para nos aquecermos um pouco.
Quanto à comida, íamos tendo mas muito pouquinha e graças ao punho de ferro que a minha avó tinha na economia doméstica. Ela repartia irmãmente tudo o que havia, eram às vezes umas sopinhas de caldo ou 3 batatinhas para cada uma com um pedacinho de carne ou peixe… se reclamávamos com fome, ela retorquia, bebe água que isso passa.
A minha avó era uma senhora fabulosa, nunca irei conhecer ninguém como ela. Nasceu com problemas de surdez e de visão, foi muitas vezes operada. Via muito mal e era muito surda, usava um aparelho que ia ajudando. Mas ela não desistiu nunca na vida! Sempre fez a vida dela, era muito culta, nasceu em 1912 e conseguiu terminar o antigo 9º ano, coisa rara na época, trabalhou como tradutora, foi secretária de um advogado, escreveu poemas para um jornal, era fantástica!
Ela, além desses problemas de saúde que referi, tinha muitos outros e alguns graves mas nunca aquela alminha se queixava! Nunca! Para ela estava sempre tudo bem e queria os outros bem…
Ela entretinha-se a fazer e a ensinar-me a fazer bolinhos, compotas, pão… De tudo fazia para que a fome fosse a menor possível.
E assim fui crescendo, sempre com a minha avó e com a minha mãe, sozinhas as 3, aliadas em tudo, a minha mãe sempre um pouco mais ausente em algumas coisas devido à depressão mas íamos indo…
Eu só tinha 3 vizinhas que eram manas e só podia brincar com elas mas a minha mãe às vezes embirrava e não me deixava sair de casa nas férias grandes, passava 3 meses sem amigos para brincar. Mas isso não me impedia de me distrair, as minhas amigas eram vizinhas da frente e brincávamos à janela, conversando e descobrindo coisas novas em dicionários e outras coisas.
Na escola, não havia dinheiro para livros e elas tinham vergonha de pedir apoio social. Lembro que do 7º ao 9º anos não tive nem um único livro, estudava pelos apontamentos e lá conseguia passar de ano…
Quando terminei o 9º ano, decidi ir para a escola profissional onde ganhava subsídios e podia ajudar em casa com algum dinheiro…
Queres saber mais?
Acompanha-me que continua…
Identificaste-te com alguma coisa?
Queres saber o que faço na vida?
Sou Internet Marketer na Empower Network e nos Lazy Millionaires.
Sou independente, trabalho as horas que quero, divirto-me e ganho dinheiro a fazer o que gosto na Internet!
Queres saber mais?
Subscreve a minha newsletter e fica a saber tudo ao pormenor gratuitamente
Junta-te a nós e vem ganhar dinheiro e realizar os teus sonhos….

http://patriciadeportugal.com/e/grupo-de-ajuda


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Os segredos de quem mudou a História

Os segredos de quem mudou a História

A maior genialidade não é aquela que vem da carga genética nem a que é produzida pela cultura académica, mas sim a construída nos vales do medo, no deserto das dificuldades, nos invernos da existência, no mercado dos grandes desafios.
Muitos sonhadores desenvolveram áreas nobres da sua inteligência.
Áreas que todos temos condições de desenvolver.
Eles atravessaram turbulências quase que insuperáveis.
Suportaram pressões que poucos, jamais, ousariam tolerar. Viveram dias ansiosos, sentiram-se minúsculos diante dos enormes obstáculos.
Alguns foram chamados de loucos, outros, de tolos. Foram alvos de chacota, outros foram discriminados. Tinham todos os motivos para desistir dos seus sonhos e, em certos momentos, até da própria vida.
Mas não desistiram. Quais foram os seus segredos?
Eles fizeram da vida uma aventura! Não foram prisioneiros da rotina!
Sim, é impossível escapar da rotina. Em muitos momentos ela é um calmante necessário.
Mas esses sonhadores passaram pelo menos 10% do seu tempo a criar, a inventar e a descobrir. Tiveram uma visão panorâmica da existência em tempo nublado.
Foram empreendedores, estratégas, persuasivos, amigos do optimismo. Foram sociáveis, observadores, analíticos, críticos.
Fizeram escolhas, traçaram metas que executaram com paciência. Para o filósofo Kant, "a paciência é amarga, mas seus frutos são doces".
A paciência é o diamante em bruto da personalidade. Muitos discorrem sobre ela, poucos são seus amantes. Mas os que a conquistam colherão os mais excelentes e saborosos frutos.
Para Plutarco, "a paciência tem mais poder do que a força". Não se mede o homem pelo seu poder político e financeiro, mas sim pela grandeza dos seus sonhos e pela paciência de os executar. Mas a paciência precisa de outro remo para conduzir o barco dos sonhos. Qual?
Precisa da coragem para correr riscos.
Os maiores riscos para quem sonha são as pedras do caminho. Fernando Pessoa é autor de uma frase bem conhecida:
“Pedras no meu caminho?
Guardo-as todas, um dia vou construir um castelo…”
Quem é controlado pelos riscos e pelos perigos das jornadas e não tem resistência emocional, cedo recua.
Você tem essa resistência?
Epicuro acreditava que "os grandes navegadores deviam sua reputação a temporais e tempestades".
Se você tiver medo das tempestades, nunca navegará pelos mares desconhecidos.
Jamais conquistará outros continentes.
Aqueles que transformaram seus sonhos em realidade, aprenderam a ser líderes de si mesmos para depois liderar o mundo que os cerca, têm uma ambição positiva e querem transformar a sua sociedade, a sua empresa e o seu espaço efectivo.
E tu que estás a ler este post…
Queres ganhar a tua independência total a todos os níveis?
Queres trabalhar para ti e teres rendimentos conforme o teu esforço, empenho e dedicação?
Junta-te à nossa equipa e todos juntos vamos realizar os nossos sonhos…Subscreve a nossa Newsletter e recebe no teu e-mail dicas que te vão mudar a vida.

Resoluções de Fim de Ano


Já sei, estarão a pensar, estamos em fevereiro! Pois é, mas passado um mês, começo a avaliar se realmente as comecei a cumprir.
Ora bem, no final do ano que passou, descobri algumas coisas bastante desagradáveis sobre disparates que os meus avôs, tanto materno como paterno fizeram ao longo das suas vidas. Não sou ninguém para os recriminar, fizeram o que entenderam, nada tenho com isso. Simplesmente fiquei a saber e não gostei. Fiquei com um "amargo de boca", pareceu-me mal pois a minha vida teria sido bem diferente se eles se tivessem preocupado com os descendentes.
Andei uma data de dias mal disposta a remoer na questão. Na injustiça que era! É costume dizer-se que "pelos erros dos pais, pagam os filhos".
E pensava que nunca eu faria isso. Teria que ter uma forma de dar uma boa vida ao meu filho, ele merecia isso. Eu não tinha o direito de ser egoísta e de me esquecer que devia providenciar uma almofada financeira para que ele não passasse necessidades.
Chegamos à Passagem de Ano. Comigo sempre a matutar neste assunto.
Este ano resolvemos festejar em casa, fazer um pijama party. Contudo eu tinha outros planos.
Fizemos compras, fiz as delicias que gostamos cá em casa, não nos evitámos nos gastos, afinal a Passagem de Ano é só uma vez por ano e preparei as coisas.
O meu marido nesse dia tinha tido que ir trabalhar e não sabia a que horas vinha.
Resolvi fazer-lhe uma surpresa. Preparei uma mesa de gala (com o que tinha cá em casa, pratos lascados e tudo), toda bonita, muito simples, claro mas quando ele chegou a casa gostou muito.
Chegámos à meia noite. Comemorámos e chegou a hora dos desejos e das passas.
Naquela hora, naquele preciso momento, disse a mim mesma: este ano a minha vida vai mudar!
Decidi que estando farta de viver assim, iria fazer tudo o que estivesse ao meu alcance para mudar tudo!
A minha resolução de Fim de Ano foi mudar de vida. Mudar. Dar uma vida melhor ao meu filho, acabar com o sofrimento de ter que me levantar todos os dias para ir trabalhar e ao fim do mês sobrar mês no ordenado, tirar a malfadada carta de condução, ter tempo para viver, poder viajar e ir de férias (coisa que não sei o que é há muitos anos), viver! Fartei-me da vida que levava.
E já comecei a mudar. Comecei a afirmar-me, a dizer o que quero fazer. Não quero saber do que os outros pensam pois só nos deitam abaixo. Quero levar os Meus sonhos avante. Os MEUS! Vou provar aos outros que sou capaz. Vou lutar, trabalhar, bater com a cabeça nas paredes se for preciso, mas vou conseguir! Eu sou capaz! Eu vou vencer!
Aos poucos vou conseguir cada objectivo que naquela noite me propus a cumprir e hei-de fazer tudo!
Este ano de 2015 a minha vida vai mudar! vai melhorar e de vez!
Vocês também conseguem, basta que tenham Fé e acreditem em vós. Andem atentos e sigam-me...


10885356_910602185640648_900927077368254_n
A mesa da ceia de Fim de Ano