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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A vida que levas cansa-te? Descobre como mudar isso!



Eu estou cansada da vida que levo!
É todos os dias uma correria para acordar cedo, apanhar o autocarro, levar o miúdo à escola, ir a correr para o trabalho, passar o dia a trabalhar, sempre com a sensação de que estou a perder ali o meu tempo quando podia estar a fazer coisas de que gosto mais e me dão mais lucro, sair do trabalho, ir a correr buscar o miúdo à escola, apanhar o autocarro, chegar a casa, lavar a liça, por roupa a lavar, fazer o jantar, comer à pressa, ir passear o cão e finalmente sentar-me no sofá para fazer finalmente o trabalho que gosto, Internet Marketing, para depois me deitar tarde e no dia seguinte o mesmo e no outro e no outro…
Assim têm sido os meus dias!
Ufa! É de tirar o fôlego a qualquer um!
Eu não gosto desta vida!
Tu gostas da tua vida?
Gostavas de andar mais relaxada/o e ter tempo para ti?
Ter dinheiro sem preocupações?
Cumprir sonhos há muito escondidos da gaveta?
Já te digo como fazê-lo.
Eu estou farta!
Decidi que era a minha hora de mudar tudo isto!
Decidi que estava na hora de poder sonhar e vir a realizar os meus sonhos.
Agora começa a ler o que fiz para mudar de vida:
Comecei por pedir a rescisão do contrato de trabalho, pois já não aguento aquilo! Detesto estar presa no mesmo sítio todo o dia! Estou à espera de resposta, até lá, tenho que aguentar. (É claro que não deves despedir-te, isto foi o que eu fiz).
Depois subscrevi gratuitamente uma newsletter dum negócio que achei ser muito interessante, Internet Marketing! O nome é pomposo e bastante apelativo!
Nessa newsletter obtive imensa informação sobre esse negócio e decidi entrar nele!
Foi o melhor que fiz! Estou a adorar!
Inscrevi-me numa empresa americana chamada Empower Network que é associada de outra, portuguesa, os Lazy Millionaires League e comprei um blog, o Kalatu, que é onde estou a blogar e comprei mais algumas ferramentas de trabalho e cursos!
Esses curso são como se estivesses na universidade sem a teres que frequentar, estudas esses cursos na Internet, online, ao teu ritmo!
Todas essas ferramentas que comprares, podes vendê-las as vezes que quiseres com comissões de 70%!
Vês isso em algum lado?
Há cursos que compras uma única vez e podes vendê-los milhares de vezes, num instante tens o retorno de todo o dinheiro que investiste!
Aprendes uma nova profissão, fazes coisas fantásticas todos os dias pois tens todos os dias desafios novos, divertes-te, trabalhas sendo independente de patrões, sem horários, sem ninguém a exigir-te coisas, sem trabalhares à força e consegues boas comissões!
Aqui és livre de fazer os teus horários, és livre para trabalhares ao teu ritmo e de aprenderes ao teu ritmo.
Aqui tens todas as hipóteses de ser um Internet Marketer bem sucedido/a, sempre acompanhado/a por uma equipa fantástica que está sempre a teu lado para te ajudar em dúvidas que tenhas e para te ajudar a crescer pessoalmente e financeiramente.
Aqui és bem acolhido/a independentemente de quem sejas, não há descriminações de espécie nenhuma.
Aqui entram todos sem nada saberem e ficam a saber muito, mas muito mais do que possas sequer imaginar.
Estás a acompanhar-me?
Queres ter um trabalho assim?
Queres ser livre?
Queres ter tempo para a família?
Queres parar de correr e começar a ter tempo?
Queres realizar os teus sonhos?
Então pára de inventar desculpas, faz o que eu fiz e subscreve gratuitamente a minha newsletter para também tu teres a hipótese que eu tive de te juntar a esta fantástica equipa que te fará crescer interiormente e financeiramente!
Vem trabalhar connosco!
Não te arrependerás!
Põe já o teu email aí em baixo!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O bullying nas escolas! E na vida, Também eu fui vítima…




O bullying nas escolas para mim é uma coisa preocupante.
Nós como pais, educadores e professores devemos andar atentos e fazer os possíveis para evitar isto.
É um assunto grave que não deve ser descurado. As crianças são por natureza más umas para as outras, não direi más, demasiado frontais e instintivas, agem por impulso, mas deixam marcas nos outros.
O meu filho de seis anos já sofre disso. É muito alto para a idade que tem e também muito bem constituído e os miúdos gozam com ele e batem-lhe. Ele defende-se mas nem o bullying já é como antigamente que era taco a taco, um contra um. Ele conta-me que há sempre miúdos que o agarram para outros lhe baterem pois sabem que ele tem força. Eu pergunto-lhe onde estão as auxiliares e a professora e ele responde que não viram nada, os miúdos são espertos e não fazem estas coisas às clara. O meu filho não é nenhum santo, também faz asneiras mas foi ensinado que não há discriminações, não há gordos nem magros, nem pretos, brancos, amarelos ou ciganos, que os meninos são todos iguais. Ele diz que o que mais o revolta é falarem da família, que os pais são gordos e que não admite que falem mal da família dele! Quem é que pode contrariar esta ideia? Eu bem lhe vou dizendo que tenha calma, que não ligue, que chame a professora e ele encolhe os ombros. Ele tem que se defender e como o protejo eu disso?
Não sei responder.
Também eu sofri do mesmo e também eu tive que me defender…
Eu sempre fui uma pessoa diferente. Apesar de ter muitos grupos e acompanhar até com vários ao mesmo tempo, nunca me senti aceite ou realmente integrada em nenhum. Sempre sofri de bullying na escola, porque era gorda, porque tinha uma cicatriz na cara, porque era de outra cidade, porque era filha de pais divorciados, até por causa do meu apelido me gozavam! Era a Estrugalena, a Navalhadas, eu sei lá que nomes me deram!
Mas eu não me ficava! Partia para a porrada e ainda mandei alguns para o hospital! Era a forma que tinha para me defender quando não tinha professores ou auxiliares para me apoiar. Esses sim foram sempre os meus melhores amigos e recordo muitos com carinho e saudade, eles compreendiam-me, falavam comigo, chegávamos a passar intervalos inteiros a conversar ou até bebíamos café juntos na escola.
Toda a vida escolar tive que me confrontar com os maus tratos psicológicos que sofria na escola.
Graças a Deus sempre tive uma autoestima e individualidade muito bem definidas e nunca me deixei ir abaixo, às vezes ficava triste, chorava até mas de raiva porque não entendia porque me tratavam assim pois eu não me metia com ninguém nem fazia mal a ninguém, mas era assim e eu defendia-me.
Via outras crianças/ adolescentes que não lidavam com isso da mesma forma que eu, sofriam, psicológica e fisicamente com a maldade dos outros, uns, não sabiam como se defender e batiam-lhes, batiam-lhes a doer, principalmente aos rapazes e outros choravam, sofriam muito, alguns até passavam temporadas sem ir à escola devido aos problemas psicológicos que os outros lhes causavam, a baixa autoestima, o sentimento de inferioridade de incapacidade de defesa perante as provocações e maus tratos.
Há também outra forma de bullying, que ninguém aborda.
O bullying da vida, do dia a dia.
Já repararam que há sempre alguém a tentar provocar-nos?
Há sempre aquela ou aquelas pessoas estúpidas que nos estão sempre a querer deitar abaixo?
Estás mais gorda!  Eu trabalho mais que tu! Não percebo porque estás cansada! Eu fazia isso melhor que tu! Entre outras mil coisas que podia dizer…
Há sempre gente que nos quer mal, há quem se expresse e quem só pense. As pessoas em vez de pensarem na vida deles, só estão bem a provocar os outros, a serem mesquinhas, invejosas, maldosas.
Isso magoa-me e isolo-me. Prefiro ignorar (às vezes é impossível e lá vai uma resposta mais trota para os por no seu devido lugar!), fazer de conta que não é nada comigo e preocupar-me com a minha vida que já me dá muito trabalho.
É um bullying disfarçado, sem violência física, mas muitas vezes afeta muito psicologicamente e faz-nos mal às entranhas.
No trabalho então é mais que evidente, trabalhamos todos ali juntos dias inteiros e os colegas não perdem uma oportunidade para tecerem críticas uns aos outros.
Isto cansa no dia-a-dia. Acabamos por chegar a casa mal dispostos por causa das farpas que nos vão lançando…
Por isso resolvi mudar de vida!
Fartei-me de tanta maldade, de ter que aturar coisas das quais não gosto, não aceito e não quero ficar indisposta com elas.
Estou a mudar de profissão, com muito gosto pois estou a trabalhar com uma equipa que não aponta dedos, antes pelo contrário, dá apoio, ajuda no que é preciso, está lá sempre para mim com palavras de incentivo e não de crítica.
Comecei a trabalhar com a Empower Network e com os Lazy Millionaires.
Dão-me tudo o que preciso e trabalhando com eles, terei tudo aquilo que quero, com muito trabalho no princípio, é verdade, mas com esforço e dedicação, conseguirei cumprir os meus sonhos.
Ser independente do trabalho e financeiramente,
não ter patrões,
trabalhar ao meu ritmo,
sem horários para cumprir pois trabalho às horas que quero,
como o trabalho é feito na internet, não estou presa a lado nenhum,
posso trabalhar onde quiser pois a internet é móvel,
posso ter mais tempo para o meu filho,
posso ganhar muito dinheiro, já estou até a começar a ter resultados,
posso realizar os meus sonhos,
posso viajar,
posso ter tudo aquilo que quiser desde que trabalhe para isso pois nada é dado de mão beijada nem cai do Céu.
Mas sei que com o meu trabalho, que faço com gosto, com entusiasmo, com amor, vou conseguir dar uma vida melhor ao meu filho e à minha família.
Quero, posso e sou capaz!
Todos são capazes, todos entram para o Internet marketing sem saberem fazer nada, vêm para uma escola onde aprendem tudo, sobretudo aprendem que todos temos capacidades infindáveis de sonhar e de cumprir com os nossos sonhos…
Queres Ficar desse lado só a ler ou queres também tu fazer parte desta grande equipa e ousar cumprir com os teus sonhos?
Queres dar uma vida melhor aos teus filhos? Queres ganhar dinheiro?
Não percas tempo, subscreve a minha newsletter gratuitamente e terás todas as informações do que isto é, ficarás sem dúvidas nenhumas, te garanto!
Fico à tua espera deste lado.
http://patriciadeportugal.com/c/stopface

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Os segredos de quem mudou a História

Os segredos de quem mudou a História

A maior genialidade não é aquela que vem da carga genética nem a que é produzida pela cultura académica, mas sim a construída nos vales do medo, no deserto das dificuldades, nos invernos da existência, no mercado dos grandes desafios.
Muitos sonhadores desenvolveram áreas nobres da sua inteligência.
Áreas que todos temos condições de desenvolver.
Eles atravessaram turbulências quase que insuperáveis.
Suportaram pressões que poucos, jamais, ousariam tolerar. Viveram dias ansiosos, sentiram-se minúsculos diante dos enormes obstáculos.
Alguns foram chamados de loucos, outros, de tolos. Foram alvos de chacota, outros foram discriminados. Tinham todos os motivos para desistir dos seus sonhos e, em certos momentos, até da própria vida.
Mas não desistiram. Quais foram os seus segredos?
Eles fizeram da vida uma aventura! Não foram prisioneiros da rotina!
Sim, é impossível escapar da rotina. Em muitos momentos ela é um calmante necessário.
Mas esses sonhadores passaram pelo menos 10% do seu tempo a criar, a inventar e a descobrir. Tiveram uma visão panorâmica da existência em tempo nublado.
Foram empreendedores, estratégas, persuasivos, amigos do optimismo. Foram sociáveis, observadores, analíticos, críticos.
Fizeram escolhas, traçaram metas que executaram com paciência. Para o filósofo Kant, "a paciência é amarga, mas seus frutos são doces".
A paciência é o diamante em bruto da personalidade. Muitos discorrem sobre ela, poucos são seus amantes. Mas os que a conquistam colherão os mais excelentes e saborosos frutos.
Para Plutarco, "a paciência tem mais poder do que a força". Não se mede o homem pelo seu poder político e financeiro, mas sim pela grandeza dos seus sonhos e pela paciência de os executar. Mas a paciência precisa de outro remo para conduzir o barco dos sonhos. Qual?
Precisa da coragem para correr riscos.
Os maiores riscos para quem sonha são as pedras do caminho. Fernando Pessoa é autor de uma frase bem conhecida:
“Pedras no meu caminho?
Guardo-as todas, um dia vou construir um castelo…”
Quem é controlado pelos riscos e pelos perigos das jornadas e não tem resistência emocional, cedo recua.
Você tem essa resistência?
Epicuro acreditava que "os grandes navegadores deviam sua reputação a temporais e tempestades".
Se você tiver medo das tempestades, nunca navegará pelos mares desconhecidos.
Jamais conquistará outros continentes.
Aqueles que transformaram seus sonhos em realidade, aprenderam a ser líderes de si mesmos para depois liderar o mundo que os cerca, têm uma ambição positiva e querem transformar a sua sociedade, a sua empresa e o seu espaço efectivo.
E tu que estás a ler este post…
Queres ganhar a tua independência total a todos os níveis?
Queres trabalhar para ti e teres rendimentos conforme o teu esforço, empenho e dedicação?
Junta-te à nossa equipa e todos juntos vamos realizar os nossos sonhos…Subscreve a nossa Newsletter e recebe no teu e-mail dicas que te vão mudar a vida.

Eu quero ser rica! E tu também?



Pois é isso mesmo! Quero ser rica! Durante anos dizia ao meu marido: "Tu vê lá se enricas que o meu sonho é virar dondoca!" Hehe!
Dizia isto em tom de brincadeira mas de facto sempre quis viver senão de forma desafogada mas pelo menos sem ter que andar a contar tostões e poder ter uma vida boa.
Toda a vida lutei para que não faltasse nada em casa (e muitas vezes faltava muita coisa) e toda a vida tive que trabalhar, às vezes sabe Deus como, por ser o sustento da casa.
Andei anos à procura de coisas para fazer extra trabalho e ainda fiz algumas coisas, vendi produtos de cosmética, cheguei até a ser chefe de grupo e até fui taróloga!
Sempre tentei arranjar uns trocos extra.
Chegou a hora de dizer Basta!
Sim, vou continuar a trabalhar, mas não quero mais trabalhar para patrões, ter que me levantar quase de madrugada para ir para o trabalho e passar ali o dia fechada como se fosse uma prisioneira.
Basta de me sobrar mês no ordenado, basta de passar a vida cansada e sem satisfação alguma, arrastando-me para fazer o que sempre foi minha obrigação, colocar dinheiro em casa e ter que trabalhar em algo não me satisfaz propriamente!
Chegou a minha hora!
É a minha hora de também eu poder sonhar, poder concretizar esses sonhos, ser feliz à minha maneira com o meu jeito de ser sem ter que estar a toda a hora a gramar com críticas e comentários desagradáveis.
É a minha hora de largar tudo o que me incomoda, o que não gosto e viver à minha medida, fazendo o que gosto!
Há muita gente que me julga doida, mas também, já o pensavam antes, por isso, tanto me faz.
Nunca fui influenciável, sou do signo Carneiro mas nunca fui um carneirinho atrás do rebanho. Bem pelo contrário, sempre fui a ovelha negra pois sempre fui do contra e quando todos iam para a direita, eu achava que devia ir para a esquerda!
Sempre fui muito eu!
Há um ditado que diz "Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és!" Não concordo. Só é assim se formos influenciáveis! Podemos dar-nos com qualquer pessoa e não sermos nada como ela!
Basta que sejamos fieis a nós próprios!
Basta que acreditemos em nós, que tenhamos a nossa personalidade bem definida, auto-confiança!
Para isso precisamos de ter conhecimento interior, do nosso Eu! Quais os nossos limites, as tolerâncias, gostos até!
Todos nós somos seres únicos e maravilhosos cada um à sua maneira e temos a Obrigação de aceitar a diferença, não precisamos concordar, mas temos que aceitar.
Pois eu, com 38 anos e com 19 de carreira na função pública, resolvi que chegou a minha hora!
Estou farta! Quero lutar pelo que gosto e quero para mim.
Juntei-me a uma equipa fantástica, a Empower Network e os Lazy Millionares e decido que me iria dedicar a eles e ao meu negócio exclusivamente!
Pedi a rescisão do contrato, ainda estou à espera de resposta, estas coisas demoram muito mais do que deviam, e neste momento estou a fazer estes dois trabalhos em simultâneo.
O engraçado e chato disto tudo, é que cada vez mais me aborrece ter que ir trabalhar para os outros em vez de estar a trabalhar para mim exclusivamente, sinto que estou ali a perder o meu tempo, deixem-me ir embora!
Estou fascinada com este meu trabalho! Aprendo muito, tenho desafios constantes, trabalho com gosto, nem dou pelas horas passarem, as pessoas são maravilhosas, sempre prontas a ajudar, sinto-me constantemente motivada e principalmente, sinto-me integrada, trabalhamos todos para o mesmo. Somos concorrentes uns dos outros mas principalmente somos colegas e todos querem ajudar todos e todos ficam felizes com as conquistas dos outros.
Abracei este projecto e já não o largo! Porquê?
Sou feliz, ganho dinheiro, tenho tempo para o meu filho e marido, posso dar mais ainda de mim, posso ser livre de várias formas, fazer o que quero, livrar-me de horários, livre para passear, enfim, FINALMENTE LIVRE! E INDEPENDENTE!
Sei que com o Internet Marketing, que é o que faço me sinto realizada e vou poder concretizar todos os meus sonhos, vou poder dedicar-me a causas sociais, vou ajudar os outros a descobrirem esta profissão e comigo crescerem, serem também eles livres das amarras da sociedade e com dinheiro no bolso!
Estou super motivada, focada para este novo estilo de vida que estou a começar..
E tu?
Tens sonhos?
Queres ser livre?
Também estás farto/a?
Queres começar uma vida nova e lucrativa?
Do que estás à espera?
Junta-te a mim e vamos sonhar e realizar os nossos sonhos todos juntos!
Subscreve a minha newsletter e recebe gratuitamente toda a informação de como te podes juntar a nós...
Basta que coloques o teu email aqui por baixo e veres atentamente tudo o que te mando, é muito simples!
Não percas mais tempo e faz isso por ti próprio/a!


Eu e a minha curiosidade








Sempre fui curiosa.
Por várias razões e motivos. A minha avó escrevia poesia e inspirava-me muito. Eu estava sempre a querer saber de que escrevia ela, mas ela fazia segredo. Era o segredo dela. Hoje tenho um caderninho com alguns apontamentos dela e farto-me de rir..os poemas dela eram a gozar com coisas do dia-a-dia! hehe! Outra razão porque era curiosa era porque a minha mãe não me deixava ir brincar para a rua com as minhas amigas. Ora eu arranjei uma estratégia com a minha melhor amiga, éramos vizinhas da frente, dava para falar à janela. Tínhamos cada uma o seu dicionário (iguais) e eu punha-me: ho Teresaaaaaaaaaaa! Descobri uma palavra nova! anda cá! Dizia-lhe em que página era, qual das colunas e a respectiva palavra que me tinha chamado à atenção. trocávamos impressões, apontávamos num papel e até a decorarmos, não largávamos o dito papel...
Fazíamos concursos de palavras cruzadas da mesma maneira. com cadernos iguais a ver quem fazia mais depressa.
Fui crescendo, por causa da dita curiosidade, via os mecânicos a arranjar os carros, aprendi umas coisas nos carros de antigamente, aprendi a mudar pneus (e nem a carta tenho), ia fazendo perguntas sem incomodar e eles achavam piada à miúda que fazia perguntas. O mesmo acontecia com electricistas, canalizadores e fui aprendendo coisas e em casa desenrascava-me com o que aprendia.
Aprendi que perguntando e escutando, aprendemos com os que sabem.
Li sempre muito mas confesso que sou um pouco despistada e ou sei o autor e não sei o título ou sei a história e o título e não me lembro do autor... (que vergonha!).
Depois comecei a trabalhar como bibliotecária e confesso que perdi aquela louca vontade de ler que tinha antigamente, um dia inteiro a mexer em livros, acaba por estragar um pouco a magia.
Resolvi aprender a fazer tricot (a minha avó nunca conseguiu ensinar-me). investiguei na Internet e aprendi, fiz umas botinhas, uns barretes e um cachecol que não correu lá muito bem, ficou duro..Acontece..
Intrigava-me muito a história do Tarot. Se era um baralho de cartas, porque se cobrava tanta por consulta e havia tanta mística à volta daquilo? andei anos a estudar o assunto, cruzava informações, lia, aquela coisa entusiasmou-me, era giro. fiz 2 baralhos, tirei fotocópias, pintei e plastifiquei e comecei a testar com as amigas. aquilo funcionava! tinha amigas que todas as semanas vinham ter comigo. Ainda cheguei a dar consultas de Tarot, e ainda dou, se alguém me pedir mas confesso, aquilo desgasta e as pessoas fazem com cada pergunta... Fiquei a perceber porque cobram dinheiro, eu própria comecei a fazê-lo. Por muito boa vontade que uma pessoa tenha, gasta muito tempo, fica desgastada e as pessoas não agradecem quando é de graça...Infelizmente é assim.
Para terminar os exemplos, foi a minha curiosidade que me trouxe aqui, onde estou hoje, numa fantástica Família chamada Lazy millionaires, que me acolheu de braços abertos, me está a acompanhar, porque desta vez não estou sozinha e me vai ajudar a realizar os meu sonhos...
És ou estás curioso como eu?
Acompanha-me...




A mãe – Máximo Gorki





Este foi, sem dúvida um, senão O livro que mais me marcou.
Foi escrito em 1907, pelo escritor russo, Máximo Gorki que é considerado um dos clássicos de sempre.
A Mãe é uma história que descreve a desgraça e miséria em que vive o povo russo no tempo do Czar Nicolau II. No meio de toda essa miséria, começa a surgir a revolta e o inconformismo do povo.
Um grupo de operários revoltados aderem às ideologias bolcheviques e começa a reacção.
Os protagonistas desta história é Pavel e Pelágia, sua mãe.
Os operários juntavam-se em casa de Pavel e estudavam, discutiam sempre baixinho, quase às escondidas.
A mãe, nada percebia, era uma pessoa muito humilde e ignorante, só tinha aquele filho com quem vivia. Mas vendo-os assim, pressentia que o que faziam era proibido de alguma forma...
Percebendo que Pavel fazia algo de errado, ela quis saber o que era, e o filho explicou-lhe. Vendo o perigo que seu filho corria, resolveu também ela ajudar por várias razões, para de alguma forma o proteger, para estar perto dele e para ajudar a sua causa que definitivamente além de proibida, era perigosa, pois era anti-czarista.
A história foi passando, Pavel, a mãe e os companheiros foram tendo as suas lutas políticas e revolucionárias, alguns estavam uns tempos sem aparecer, e a mãe, acolhia-os sempre com um prato de sopa ou algo quente para se aquecerem. Ela cuidava de todos eles. Todos eles e elas sentiam nela uma mãe.
A mãe fazia tudo o que podia, distribuía panfletos, lia livros e revistas proibidos, tudo para ajudar o filho e os camaradas.
Esta mãe era amor incondicional, carinho, dedicação, perseverança, esperança. Ela era a protectora. A Mãe.
Estou a abreviar muitíssimo e aconselho vivamente a leitura deste romance.
A meu ver, a mãe simboliza as mães de todos nós, alguns poderão até olhar para ela com a própria Pátria.
Simboliza também todas nós, mães, que queremos proteger acima de tudo os nossos filhos, dar-lhes o que precisam fazendo tudo por eles, às vezes até o impossível e o impensável...
Li-o em três ocasiões diferentes, na adolescência, gostei muito. Li depois de ser mãe, fartei-me de chorar e depois na Universidade tive a oportunidade de poder fazer um trabalho sobre esse livro, foi um prazer.
Recomendo.

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