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quarta-feira, 18 de março de 2015

A minha infância e adolescência (1/3)








A minha mãe é de Angola. E la e os meus avós faziam muito o triângulo, como lhe chamavam, entre Angola, o Brasil e Portugal.
Os meus avós eram portugueses e o meu pai também. A minha mãe era portuguesa de Angola.
Quando estalou a guerra em Angola, eles estavam lá todos. Em 1975 Os meus avós foram viver para o Brasil, Para Manaus, onde o meu avô tinha trabalho, no INPA, o Instituto Nacional de Protecção da Amazónia.
Pouco tempo depois, os meus pais também se vieram embora, já no fim, para irem ter com os meus avós ao Brasil mas decidiram Ir de automóvel para a Africa do Sul. Tiveram muitas peripécias pelo caminho, o País estava em guerra e os meus pais a atravessá-lo sozinhos de automóvel. Lá foram resolvendo os problemas que surgiram e conseguiram chegar a Cape Town, a Cidade do Cabo de hoje.
Aí tinham a questão do Apartheid. A minha mãe conta que chegou a estar 2 horas à espera da chave da casa de banho das brancas… Foram tempos conturbados e ainda bem que alguns se resolveram…
Segundo a minha mãe, eu fui concebida lá, Em Cape Town.
Já grávida, embarcou com o meu pai para o Brasil para se juntar aos meus avós.
Viveu a gravidez toda em Manaus e já no final da gravidez, o meu pai teve que regressar a Portugal por causa dos negócios que cá tinha, a minha mãe quis vir com ele, claro.
Embarcou no avião grávida de 9 meses, o que era proibido, mas conseguiu disfarçar a gravidez. Dentro do avião, as águas rebentaram às 4 da manhã e eu nasci já em Portugal às 5 para as 9 da noite. Tive “azar” porque se tivesse nascido no avião, teria viagens gratuitas para o resto da vida e presentes no aniversário.
Nasci dia 1 de Abril de 1976, em Lisboa, onde ficámos a morar.
Os meus pais não tinham qualquer problema financeiro, viviam bem devido aos negócios do meu pai. Era uma vida de bem estar financeiro.
Quando tinha 3 anos, os meus pais foram visitar um casal de amigos nossos vizinhos, pois ela fazia anos. Eles tinham um Grand Danois, uma raça de cães, tão grandes, que parecem burros pequenos, em casa e eu, pequenita, fui mexer-lhe na comida. Ele virou o focinho para me afastar mas raspou os dentes na minha cara e rasgou-a toda. Levaram-me logo para as urgências mas o cirurgião que estava de plantão não sabia cozer-me. A sorte é que o dono do cão, o nosso amigo, era um cirurgião muito conceituado e cozeu-me ele. Segundo a minha mãe conta, as instalações e condições eram péssimas e o cirurgião teve que cozer-me com agulha e linha de costura. Levei 36 pontos na zona dos olhos. Fiquei sem um bocado de sobrancelha e tudo. Estive 2 meses cega, estava em constantes tratamentos para que não ficasse desfigurada e andei assim uns largos meses. Queriam fazer-me uma cirurgia plástica mas como era pequena, na altura só davam anestesia local e a minha mãe não quis, ficou cá a marca.
Os meus pais tinham divergências que com os anos se foram agravando. O meu pai não entendia a minha mãe e ela não o entendia a ele. Infelizmente assisti a cenas de violência doméstica e bem pequenina tentava defender a minha mãe, sem sucesso, claro, mas ele lá se acalmava. Comigo nunca houve nada, nunca me levantou a mão.
A minha mãe ainda chegou a sair de casa mas ele foi busca-la. A minha mãe era uma pessoa que sofria de constantes depressões, ainda hoje, e tinha uma percepção diferente das coisas. Não estou a falar mal dela, estou a relatar o que me aconteceu. Ela ficava tão envolta nos problemas dela que às vezes se esquecia de me ir buscar ao colégio, vinham as educadoras trazer-me, esquecia-se de me dar o almoço, ou não comia ou era a empregada que tínhamos que o fazia…Enfim…
Isto chegou a tal ponto, que aos meus 7 anos, ela tentou o suicídio para se livrar dos problemas, segundo ela. Mas esqueceu que tinha uma filha pequena, que precisava da mãe.
Fui eu que a encontrei quase morta na cama. Imaginam o que é? Não queiram!
Chamei os vizinhos, percebi que a coisa não era boa, pedi ajuda e fiquei em casa de uns vizinhos que não conhecia à espera.
Os meus avós vieram para Portugal logo a seguir à minha mãe, o meu avô era muito agarrado à filha. Arranjou colocação como professor universitário em Vila Real mas como achava que estava muito longe dela, pediu transferência para Évora, para ficar mais perto de Lisboa.
Estive horas à espera que alguém me viesse buscar. O meu pai não sabia de nada, nem sabiam onde ele podia estar e então chamaram o meu avô, que estava em Évora e demorou horas a chegar a Lisboa para me vir buscar e para tratar do internamento da minha mãe no hospital.
A minha mãe ficou quase 5 meses internada e quem ficou comigo, contra vontade dos meus avós e da minha mãe, foi o meu pai, que foi metido em tribunal por causa do poder paternal.
Estive com o meu pai esses 5 meses, foram meses divertidos, eu andava sempre com ele, contudo ele tinha a Judiciária à perna por minha causa. Eu já os conhecia a todos, eram sempre os mesmos! Chegava a cumprimenta-los no café e eles aproveitavam para me perguntar se estava tudo bem comigo.
Em seguida a minha mãe veio viver com os meus avós para Évora, em Junho, salvo erro e em Novembro o meu avô faleceu. Foi uma desgraça para toda a gente, até para o meu pai pois gostava muito dele e por isso, o meu pai resolveu devolver-me à minha mãe. Vim para Évora em finais de Novembro.
Entrei para a 2ª. classe da escola primária a seguir às férias do Natal e adaptei-me bem pois quando entrei na escola já sabia ler e escrever com os ensinamentos da minha mãe e da minha avó.
O meus colegas é que não gostaram nada de mim, nem eu deles. Era sistematicamente perseguida por ser filha de pais divorciados, por ser de Lisboa, por ser gordinha, por ter uma cicatriz na cara, por causa do meu apelido… E foi assim toda a minha vida escolar…
Com a separação dos meus pais e a morte do meu avô, a nossa situação financeira tornou-se quase nula! Eles eram as fontes de rendimento.
A minha avó ficou apenas com uma mísera pensão de sobrevivência que para pouco chegava. E a pensar que ainda há muita gente a receber essas misérias…
No início foram vendendo a joias todas que tinham, quando se acabaram as joias, acabou-se esse rendimento e já não restava nada.
A minha  mãe tinha sido criada para casar (as coisas eram assim antigamente) e o meu avô nunca se preocupou e tratar dos documentos de habilitações da minha mãe e com a guerra, desapareceu tudo. A minha mãe nem o comprovativo de 4ª classe tinha! E ela tinha o antigo 9º ano, equivalente ao nosso 12º feito.
Devido a isso, nunca conseguiu arranjar emprego, saltitava de emprego em emprego por poucos meses e não se podia contar com esse dinheiro.
A nossa renda era só a pensão da minha avó.
Passámos muita fome, muito frio.
Lembro-me que chegávamos a dormir as 3 juntas para não termos muito frio, o nosso quarto chegava ao 0 graus, não havia dinheiro para aquecedores, electricidade e muitas vezes ficámos sem ela por falta de pagamento, andávamos com velinhas e candeeiros a petróleo, quando havia…
Punhamos os cobertores todos em cima da cama, metíamos os casacos também, tudo para nos aquecermos um pouco.
Quanto à comida, íamos tendo mas muito pouquinha e graças ao punho de ferro que a minha avó tinha na economia doméstica. Ela repartia irmãmente tudo o que havia, eram às vezes umas sopinhas de caldo ou 3 batatinhas para cada uma com um pedacinho de carne ou peixe… se reclamávamos com fome, ela retorquia, bebe água que isso passa.
A minha avó era uma senhora fabulosa, nunca irei conhecer ninguém como ela. Nasceu com problemas de surdez e de visão, foi muitas vezes operada. Via muito mal e era muito surda, usava um aparelho que ia ajudando. Mas ela não desistiu nunca na vida! Sempre fez a vida dela, era muito culta, nasceu em 1912 e conseguiu terminar o antigo 9º ano, coisa rara na época, trabalhou como tradutora, foi secretária de um advogado, escreveu poemas para um jornal, era fantástica!
Ela, além desses problemas de saúde que referi, tinha muitos outros e alguns graves mas nunca aquela alminha se queixava! Nunca! Para ela estava sempre tudo bem e queria os outros bem…
Ela entretinha-se a fazer e a ensinar-me a fazer bolinhos, compotas, pão… De tudo fazia para que a fome fosse a menor possível.
E assim fui crescendo, sempre com a minha avó e com a minha mãe, sozinhas as 3, aliadas em tudo, a minha mãe sempre um pouco mais ausente em algumas coisas devido à depressão mas íamos indo…
Eu só tinha 3 vizinhas que eram manas e só podia brincar com elas mas a minha mãe às vezes embirrava e não me deixava sair de casa nas férias grandes, passava 3 meses sem amigos para brincar. Mas isso não me impedia de me distrair, as minhas amigas eram vizinhas da frente e brincávamos à janela, conversando e descobrindo coisas novas em dicionários e outras coisas.
Na escola, não havia dinheiro para livros e elas tinham vergonha de pedir apoio social. Lembro que do 7º ao 9º anos não tive nem um único livro, estudava pelos apontamentos e lá conseguia passar de ano…
Quando terminei o 9º ano, decidi ir para a escola profissional onde ganhava subsídios e podia ajudar em casa com algum dinheiro…
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Sou Internet Marketer na Empower Network e nos Lazy Millionaires.
Sou independente, trabalho as horas que quero, divirto-me e ganho dinheiro a fazer o que gosto na Internet!
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segunda-feira, 16 de março de 2015

Estou farta de ouvir as pessoas a queixarem-se!




Pois é, estou farta de ouvir as pessoas! Só se queixam!
Ou é da crise que o País está a passar (há quanto tempo vai isso e quanto tempo durará?), ou é o desemprego, porque há muita gente desempregada e as taxas não sobem mais porque há muita gente que não recebe qualquer subsídio ou optam pela emigração e assim não contam para as estatísticas…
Depois são os emigrantes que vão para fora do País muitas vezes em condições precárias, à procura de uma vida melhor (e muitas vezes não a encontram).
Depois queixam-se da falta de dinheiro, que mal têm para comer, que o dinheiro não chega para a farmácia, que a comida está muito cara, que não se pode ir ao médico que as taxas são cada vez mais altas.
Ou porque cada vez pagam mais IVA ou IRS…
Ou porque estão muito doentes, ou porque está a chover, ou porque está muito calor…
Eu quando tenho que andar de autocarro fico deprimida logo de manhã com estas e outras queixas!
Bolas!

É incrível!
Não há uma alminha que diga bem de alguma coisa!
Se uma diz que está constipada, a outra responde logo que até internada esteve com gripe!
Têm sempre que estar pior que a vizinha do lado!
As pessoas não pensam que estas atitudes e comportamentos ainda as deixam piores…
Porque é que em vez de se queixarem, não falam de coisas boas?
Porque não falam de coisas que lhes aconteceram que as deixou felizes ou bem-dispostas?
Porque não dizem, hoje vai estar um lindo dia! Hoje já me sinto melhor da saúde, ou a minha filha arranjou emprego, ou o meu genro foi aumentado, qualquer coisa! Mas coisas positivas, que deixem quem as rodeia bem-disposta também! Que digam parvoíces para as pessoas rirem!
Caramba, problemas temos todos mas ter que levar com os problemas dos outros, chateia!
Os problemas existem para serem resolvidos, não para andarmos a carpir sobre eles!
Têm alguma coisa que precisa ser feita, muito bem, façam e não se queixem! Quando resolverem o problema, aí sim, digam resolvi o problema! Venha o próximo!
AS pessoas têm que se habituar a ser positivas, o positivismo atrai positivismo!
Por exemplo, não gostam do emprego que têm ou estão desempregados, não faz mal, arranjem outro emprego ou um trabalho.
 e eu tenho uma proposta que vos interessa com certeza.
Eu estava farta da vida que levava, queria mudar. Mudar de vida, mudar de emprego, dar um rumo a isto e ganhar dinheiro, ter uma vida melhor.
Quando queremos alguma coisa, temos que lutar por ela e criar circunstâncias para que as coisas aconteçam.
E foi o que eu fiz!
E fui à procura!
E procurei!
E encontrei! Estou a aprender a ser internet marketer!
Trabalho na Internet, a partir de casa ou de onde quiser pois a net é móvel, não tenho horários, não tenho patrões, trabalho à hora que quero e quando quero e estou feliz, estou satisfeita, não me queixo!
E principalmente, ganho dinheiro com o trabalho que faço! Muito dinheiro!
Queres mudar de vida?
Estás farto desta vida que levas?
Queres experimentar coisas novas?
Estás pronto para vir aprender uma profissão completamente diferente das que conheces e é uma das mais bem pagas do mundo?
Até que ponto estás motivado para isso?
Queres realizar os teus sonhos com o teu trabalho?
Se respondeste que sim a isto tudo, estás no caminho certo!
Junta-te a nós, vem aprender connosco e juntos vamos ganhar dinheiro a valer que só em sonhos podes imaginar!
Subscreve a minha newsletter e descobre tudo gratuitamente…
Não percas tempo e não adies mais os teus sonhos!
Vemo-nos deste lado.



domingo, 8 de março de 2015

Coração sofre…


Olá, hoje quero tentar transmitir-te aquilo que me vai na alma neste mesmo momento!
Hoje durante a minha busca de informação e auto-instrução nesta aprendizagem de ser Internet Marketer… Ou seja, enquanto trabalhava e exercia a minha nova profissão, deparei-me com um vídeo na Internet, realizado pela minha nova família, família essa da qual eu muito me orgulho de pertencer e dou graças a Deus, ou força da natureza, ou outra coisa qualquer em que pessoas possam acreditar, por um dia ter colocado o meu endereço de email num link tipo este: http://patriciadeportugal.com/c/?p=ganhsvid&id=blogcs .
O meu coração não aguentou e eu inundei-me em lágrimas!!!
Peço assim, humildemente que vejas este vídeo assim como eu o vi! Do princípio ao fim… se aguentares!

 É muito forte não é?
A minha alma foi abanada de uma forma que nem eu próprio consigo descrever… Senti revolta… revolta por isto ainda existir no mundo onde vivo e em pleno século XXI (21).
Senti tristeza…. Muita tristeza…
São crianças….
Tu desse lado, tens filhos?
Eu tenho um com 6 aninhos e quero tudo do bom e do melhor para ele!
Assim como qualquer PAI/MAE que se preze! Agora já imaginaste???
São apenas crianças, que não pediram a ninguém para “virem” a este mundo, sempre tão cruel para elas!!!
Mesmo assim elas sorriem….
Tal é a tamanha força de viver delas!
JÁ pararam para pensar, um só momento, como estas crianças imaginam o futuro delas??!
Só me ocorre esta imagem:







Pois é, não existe imagem… VAZIO!!
Será que elas acreditam num futuro melhor?
Não sei… Mas eu quero fazer a diferença…
De repente lembrei-me!!!
Espera aí… Os meus novos familiares, (a minha segunda família), são quem já está a fazer a diferença na vida destas crianças!
Sim, MEUS novos familiares, porque somos uma familia!
Somos os Lazy Millionaires League, temos um Grupo de Acção Social a (GAS – by Lazy Millionaires League)
Eu também já estou a fazer parte dessa ajuda humanitária e quero ir lá com eles… Quero vivenciar toda aquela experiência…
Este ano (2015) vamos à Guiné 
Fartei-me de chorar novamente….
Mas desta vez de ALEGRIA, de GRATIDÃO…. Obrigado LAZY MILLIONAIRES!!
Obrigado por existirem, obrigado pela ajuda que nos estão a dar, no nosso desejo de alcançar um futuro melhor... Obrigado por andarem a melhorar vidas por esse mundo fora…  OBRIGADO, OBRIGADO, OBRIGADO…
E tu?
Sim tu que estas a ler este post…
Queres ter uma vida melhor, onde só existe a abundância?
Queres ter mais tempo livre para aquilo que tu mais gostas de fazer, mais tempo livre para estar com a tua família?
Queres poder viajar sem estares a contar tostões nos bolsos, ou poder ir de férias sem teres que estar a pedir ao teu patrão, as tuas férias?
Queres ser tu o teu patrão e trabalhares para ti mesmo, realizar os teus sonhos e não o sonho de outros?
Queres participar na Missão Humanitária do nosso Grupo de Acção Social GAS – by Lazy Millionaires League?
Queres fazer a diferença na tua vida e consequentemente na vida de outros?
Subscreve a nossa Newslleter e recebe no teu email vídeos e dicas de como podes ter tudo isto e muito mais…


domingo, 1 de março de 2015

GAS - Grupo de Apoio Social dos Lazy Millionaires League



Estamos a trabalhar com uma empresa americana, a Empower Network, associada à portuguesa Lazy Millionaires League.
São empresas de Internet Marketing onde trabalhamos como Independentes e onde aprendemos a ser Internet Marketers, com cursos que adquirimos e onde temos toda a orientação e ajuda possível e imaginável.
Aqui além de aprendermos uma nova profissão, crescemos a nível pessoal, tornamo-nos pessoas diferentes, com uma visão diferente da vida, com um modo de estar diferente, enfim, na minha opinião temos oportunidade de sermos nós próprios sem quaisquer amarras às quais a sociedade nos obrigou a ter.
Aqui aprendemos como ganhar dinheiro, como nos ajudar uns aos outros, viver em equipa com esse mesmo espírito, somos concorrentes uns dos outros mas todos queremos que todos cresçam e consigam atingir os seus objectivos.
Além disso, os Lazy Millionaires têm outra vertente, muito importante, que é a solidariedade social.
Têm um grupo denominado GAS - Grupo de Apoio Social, que apoia todas as causas sociais que lhe forem propostas.
Vê este Vídeo:


Como podes ver, o GAS está muito empenhado em fazer a diferença, em ajudar quem realmente precisa.
Estamos muito felizes por fazer parte desta equipa e cada vez mais nos sentimos envolvidos, empenhados, motivados e sobretudo apaixonados por esta Maravilhosa Empresa!
Além de nos ajudarem a ganhar dinheiro, ajudam-nos a realizar os nossos sonhos, a crescermos em todos os sentidos e ainda nos proporcionam a oportunidade de poder participar em causas sociais, o que nos faz muito felizes.
E tu, queres participar neste projecto?
Queres apoiar causas sociais e não podes por não teres dinheiro?
Queres ter a possibilidade de mudar de profissão? Ser livre de fazer o que quiseres?
Ficares independente, sem horário de trabalho e sem patrões?
Queres realizar os teus sonhos, melhorar a tua vida a todos os níveis?
Não percas tempo, junta-te a nós!
Subscreve a newsletter e receberás toda a informação gratuita de como entrar neste negócio e fazr a diferença!
Vem ser livre!
Vem ser mais feliz e fazer os outros mais felizes!
Encontramo-nos deste lado!



terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

"Vida di Pobre"??! Basta!



Porque raio uma pessoa tem que passar a vida a contar tostões?
Estou farta de levar "vida di pobre", como se dizia na telenovela!
Passamos a vida a deixar para trás o nossos sonhos, a contar as moedas, o filho pede coisas e não temos para lhe dar, queremos comprar uma coisinha mais cara, ficamos logo arrependidos pois gastámos demais, queremos ir de férias, temos que as passar em casa pois o parco subsídio de férias, para os que têm emprego, claro, só serve para pagar dívidas ou para comprar finalmente coisas para a casa ou até rechear a dispensa.
Que raio de vida é esta?
Os que estão desempregados, o meu marido esteve muito tempo, passam a vida à procura de algo que é mal remunerado e muito pouco satisfatório, têm que se sujeitar a qualquer coisa, pois já não aguentam mais viver sem dinheiro, a terem que ser os outros a sustentá-los, quando não têm subsídio de desemprego, que há muitos, infelizmente, passarem pela vergonha de terem que pedir uma moedinha para irem beber um café, a sentirem-se mal por não terem para ajudar a sustentar a casa.
E os outros, que também os há, casais, às vezes com filhos, que estão os dois desempregados e têm que pedir ajuda às instituições de caridade, família e amigos...
Onde chegámos?
Onde estão os nossos sonhos?
Quem os roubou?
Porque temos que nos sujeitar a sobreviver miseravelmente a tudo isto?
Eu digo BASTA!
Quero realizar os meus sonhos!
Quero dar uma vida boa ao meu filho!
Quero ter uma boa casa!
Quero viajar!
Quero ser independente financeiramente!
Quero centos de coisas!
Coisas que todos nós queremos mas que muitos não ousam sequer sonhar com elas, pois a "vida" não os permite fazê-lo!
Pois eu digo uma coisa: lutem, mas lutem com todas as vossas forças para realizarem os vosso sonhos!
Lutem por serem felizes, lutem pelos vossos filhos, lutem por vós, pelas vossas famílias!
Mas lutem sempre, nunca desistam, não se deixem abater pelas contrariedades, pelas pessoas que não acreditam em vós, pelas pessoas que vos dizem que estão bem assim como estão.
Acreditem em vós próprios, mentalizem-se que para todos nós o Céu é o limite!
Todos nós somos capazes, todos nós conseguimos atingir os nossos objectivos!
Todos nós somos criaturas únicas e especiais e todos temos as nossas qualidades, todos nós somos incríveis e maravilhosos e só não temos se não quisermos!
Somos capazes, somos competentes, temos mérito, conseguimos fazer coisas inacreditáveis, basta termos MOTIVAÇÂO, AUTOCONFIANÇA e acreditarmos com convicção que conseguimos mudar as nossas vidas!
Basta querermos com muita força, criarmos um modo de solução para os nossos problemas e sobretudo irmos à luta com muita garra!
Fartei-me de ser pobre e vou provar (aliás, já comecei) que sou capaz de vencer, sou capaz de virar a mesa e lutar pelos meus ideais, pelos meus sonhos, pela minha família!
Vou lutar com todas as minhas forças, contra tudo e contra todos para chegar onde quero, para vingar na vida!
Estou a começar a percorrer um caminho. Esse caminho é uma rampa que estou a subir, convicta de que lá chegarei ao topo, independentemente das pedras que me surjam pelo caminho, não me desviarei, continuarei a subir até chegar ao mundo que imagino nos meus sonhos.
Vou tira-los da almofada e traze-los para a realidade, pois eu mereço realizar os meus sonhos!
Todos nós merecemos!
Eu estou a lutar pelo que quero!
E vocês? Querem começar a acreditar que são capazes? Querem provar a vós próprios que são capazes de ter e fazer muito mais do que imaginam?
Creiam em vós!
Aprendam a ganhar dinheiro a sério! Trabalhando a sério! Investindo em vós próprios e obterão resultados!
Juntem-se a uma equipa fantástica que não deixa ninguém para trás, que vos ajuda a trabalhar e a realizarem-se profissionalmente e pessoalmente.
Juntem-se a mim e aos Lazy Millionaires e comecem a deixar de sonhar. Comecem a realizar os vossos sonhos!
Subscrevam a minha newslwtter e saibam como...

A mãe – Máximo Gorki





Este foi, sem dúvida um, senão O livro que mais me marcou.
Foi escrito em 1907, pelo escritor russo, Máximo Gorki que é considerado um dos clássicos de sempre.
A Mãe é uma história que descreve a desgraça e miséria em que vive o povo russo no tempo do Czar Nicolau II. No meio de toda essa miséria, começa a surgir a revolta e o inconformismo do povo.
Um grupo de operários revoltados aderem às ideologias bolcheviques e começa a reacção.
Os protagonistas desta história é Pavel e Pelágia, sua mãe.
Os operários juntavam-se em casa de Pavel e estudavam, discutiam sempre baixinho, quase às escondidas.
A mãe, nada percebia, era uma pessoa muito humilde e ignorante, só tinha aquele filho com quem vivia. Mas vendo-os assim, pressentia que o que faziam era proibido de alguma forma...
Percebendo que Pavel fazia algo de errado, ela quis saber o que era, e o filho explicou-lhe. Vendo o perigo que seu filho corria, resolveu também ela ajudar por várias razões, para de alguma forma o proteger, para estar perto dele e para ajudar a sua causa que definitivamente além de proibida, era perigosa, pois era anti-czarista.
A história foi passando, Pavel, a mãe e os companheiros foram tendo as suas lutas políticas e revolucionárias, alguns estavam uns tempos sem aparecer, e a mãe, acolhia-os sempre com um prato de sopa ou algo quente para se aquecerem. Ela cuidava de todos eles. Todos eles e elas sentiam nela uma mãe.
A mãe fazia tudo o que podia, distribuía panfletos, lia livros e revistas proibidos, tudo para ajudar o filho e os camaradas.
Esta mãe era amor incondicional, carinho, dedicação, perseverança, esperança. Ela era a protectora. A Mãe.
Estou a abreviar muitíssimo e aconselho vivamente a leitura deste romance.
A meu ver, a mãe simboliza as mães de todos nós, alguns poderão até olhar para ela com a própria Pátria.
Simboliza também todas nós, mães, que queremos proteger acima de tudo os nossos filhos, dar-lhes o que precisam fazendo tudo por eles, às vezes até o impossível e o impensável...
Li-o em três ocasiões diferentes, na adolescência, gostei muito. Li depois de ser mãe, fartei-me de chorar e depois na Universidade tive a oportunidade de poder fazer um trabalho sobre esse livro, foi um prazer.
Recomendo.

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